POSITIVONome da Garota:Ketlyn
Fez Anal:NÃO
E lá fui eu tidiar mais uma vez, dando seguimento à semana do alvará, terceiro da semana. Queria mais era uma esvaziada rápida de saco, e as moças de rua cobram caro, isso sem contar a hospedagem, que nunca sai por menos de 20. Antes de ir cachaçar, dei uma rápida olhada por aqui e, depois de ter conhecido dois prediões, fiquei curioso pra ver como era um puteiro trash. Confesso que esperava ser mais tosco, acho que nada rala as escadas do Andradas 69, não que eu tenha visto pelo menos.
Cheguei lá, difícil ver o número. Fica logo depois que a CF vira mão única, sentido bairro de quem vem da João Mendes. Portinha pequena, que dá pruma escada em forma de L, dando no hall do antro. Não é dos mais toscos, mas tem coisas lá que eu não entendi. A começar pelo proibido fumar num local de putaria explorada. Também não entendi qual é o sentido do tapete pendurado na parede, com pedaços de espelho colado nele. Sei lá, tlavez estivesse muito escuro e eu não tenha enxergado direito, ou ainda talvez pra não dar umidade neles, não sei. Tem muitas cadeiras pra duas mesas, o que leva a cafetina a alocar as que sobram avulsas igual àquele episódio do Chaves em que há o julgamento do atropelamento do gato, uma do lado da outra, sem nenhum sofá ou algo parecido. O lugar de fato não é cheiroso, mas não é insuportável também.
Cheguei, tinham só 3 putas, e assim ficou até eu ir embora. Uma mulata gordinha, a Quételim, uma loira empinadinha com cara de drogada e uma mais velha, bem magrinha da bunda chupada. A moça do balcão ficava ora lá em cima na porta, ora lavando os copos, ora dando as fichas pros caras jogarem; aliás, acho que é isso, pois nem cheguei a ir lá trás pra saber. De cara, quando sentei, veio a Quételim perguntar se eu queria beber algo. Recusei, pois já estava devidamente embriagado. Tinham poucos putanheiros, e no final só ficou eu, na dúvida se comia uma delas ou não. Nisso veio a moça sem bunda já se atirando em mim. Lá eu entendi que era Vânia, mas lendo parece ser a Alana. Não gostei muito dela e dei o migué perguntando se ela dava o cu. Não fazia questão nenhuma, na verdade até rezava pra que ela dissesse não, belo pretexto pra mandar ela passear. Acertei em cheio.
Mesmo contrariado, pedi à balconista pra que me desse uma cerva; 6 pilas a garrafa. Nisso ainda aproveitei e questionei se chegariam outras mais, e perguntei confirmando se ela realmente não dava; era a melhorzinha de fato, mas desconfiei muito mais da roupa que vestia: calças compridas. Ela ´so confirmou o que eu já esperava. Fora ela então, a mais gostosa era a loirinha novinha, sem dúvida, a com cara de drogada: peitos razoáveis e bunda redonda, talvez segurada pela calça, mas ainda assim a mais redonda de lá; parece ser Rosângela o nome dela. Mas pressenti que não seria uma boa guardada; não chegou nenhuma vez, demonstrando que não tava muito a fim de atender. Foi assim que chamei pela Quételim pra fechar a metida. Tava tão vazio lá que a moça tava no quarto dela deitada, quase dormindo já na cama de casal.
Trata-se de uma mulata clara, encorpada. Só não a considero gorda porque ainda é nova, e pra sorte dela ainda não caiu tudo completamente. Mamas generosas, buceta larga e macia, barriga saliente, mas nada demais. O foda foi a bunda dela, cheia de estrias já na parte lombar. Tava meio breaco já e quando ela sugeriu pra que metêssemos coma luz apagada, aceitei já imaginando que do contrário seria muito difícil esvaziar o saco, único objetivo naquele momento. Nem quis saber de oral e já fui botando a moça de quatro. Engraçado é que, na hora de ela ajoelhar, correu pra cama de solteiro, deixando as roupas na de casal. Ainda brinquei perguntando se ela não metia na cama em que deitava pra descansar; ela deu risada mas não negou. Devo ter socado ali uns 10 minutos, se muito. Aguenta bem o tranco, tanto nas estocadas quanto nas apertadas de anca.
Eu sequer cheguei com o nariz perto da bunda dela, mas só de meter já senti um cheirão de suor vindo de baixo; normal, se por um lado não era nada insuportável (mesmo porque minha cara tava longe dali), por outro já esperava por isso. Continuei metendo sem dar atenção pra isso, antes que meu pau ficasse meia-bomba, o que seria de fato um problema. A moça gemia bem baixinho, tadinha, tava mesmo com jeito de bem cansada. Quando senti que ia gozar, aumentei as estocadas quando a moça já emendou pedindo pra que eu gozasse gostoso; quase desanimo de propósito só pra dar mais trabalho pra ela, mas não to tão bom assim pra parar e retomar a qualquer hora. De saco vazio, a moça foi pegar o papel higiênico que fica escondido; segundo ela, se deixasse à vonts no banheiro, iriam rolos e rolos por dia, e lá a coisa tem que ser controlada. Fui lavar as mãos no banheiro, mas me arrependi: tava um cheiro de fossa do caralho lá.
Agradeci a atenção e vazei, já que já tinha pago antes de entrar no quarto. Ainda questionei isso na hora, como se fosse fazer diferença. Ouvi o miguezão de sempre: “Ai, chuchu, regra da casa...”. Subi o escadão de volta numa boa, foi tão rápido que nem deu pra ficar com as pernas bambas. As moças tavam tão avulsas lá que na calçada o papo rolava solto. Quando saí da escada pra calçada, todas as moças disseram tchau, como as crianças, orientadas pelos pais, fazem quando alguém vai embora.
Resumo da metida:
- 46 mangos pra casa, sendo 40 do serviço e 6 da bebida; antes de entrar no quarto, virei a garrafa pra valer cada centavo;
- devo ter ficado lá quase uma hora, bebendo e me decidindo se iria ou não em alguma moça; metendo, 15 minutos são muitos, muito provavelmente só 10, mesmo;
- moça agradável, até meio tímida: fala baixinho e responde sorrindo;
- mulata boa até, com muita sustância; lembra até aquelas gordinhas amadoras, toda redondinha, que saem em fotos de site de putaria amadora com seus ex-namorados; talvez esteja sendo generoso demais, culpa da escuridão e do suco de cevada, o melhor embelezador industrializado;
- metendo, não reclama de nada; mas também nem teve tempo; ainda por cima me precavi avisando que, embora não prefira as gordinhas, prezo muito mais uma boa metida; acho que entendeu o recado;
- ambiente tosco de fato, mas ainda sim melhor que os dois prediões que já visitei; na decoração, um gosto um tanto inusitado, com pedaços de espelho picados, colados no tapete preso à parede;
- sem PPP, sem celular (verdade que ela mexeu nele depois que eu gozei, quando foi pegar o papel pra mim) e sem me apressar.
Observações:
1) Escuto mal pra caralho, e o pagode que tocava lá atrapalhava mais ainda. Já ouvi forró, axé e puts-puts nos puteiros, mas pagodão foi a primeira vez;
2) Também me referi à audição porque tenho quase certeza de que ouvi a Quételim chamar a cafetina pelo nome de Aline: cabelos castanhos e compridos, encaracolados na ponta, estatura mediana, cara de novinha, sotaque bem arrastado, meio nordestino e meio caipira, pele branquinha, uma barriguinha leve, quase normal, bunda boa até. Se a Aline que conheci é a mesma do relato anterior, vale até uns 60 contos mesmo sem o cu. No pouco que conversei com ela, me pareceu bem direta e secona, sem muita frescura. Metendo não deve ser muito diferente;
3) Quando ainda pensava se metia ou não, meio lesado pelas cachaças da noite, acendi um cigarro e fumei até acabar, enquanto a Aline lavava uns copos ali do lado. Depois, quando acendi o segundo, já na metade, a Quételim viu e pediu pra que eu apagasse, dada a lei estadual. Ainda avisou a Aline, que fingiu que não ouviu. Quando ela insistiu no aviso, a moça largou o copo que tava lavando, olhou pra mim com cara de bosta e falou: Ah é, moço, pode não, porque se os fiscal pega a gente, vão dá multa em nóis. Tá vendo ali, ó, aquele papel na parede? Dá aqui que eu apago procê.”. Eu olhei pra cara dela, olhei pra Quételim, quase pelada na minha frente, olhei de novo pra ela, depois olhei pra bituca do meu primeiro cigarro que tava em cima da mesa, fumado até o talo. Só daí eu dei pra ela, não entendendo muito a lógica daquilo.
Repeteco: no puteiro, sim, mas na moça, não.
idibonta: meia boca. Foi o clássico positivo com viés de neutro.
(excelente; ótimo; bom; meia boca; ruim; péssimo; vai, trouxa!)
Estilo: indiferente.
(fresca; indiferente; metelona; prestativa; carinhosa; brancos, nulos e abstenções)