Al Swearengen escreveu:Mirko escreveu:O mercado de freelas aqui chega a ser patético se compararmos com o de SP , a não ser que o índice de absenteismo seja muito grande entre os que usam os serviços da freelancer aqui no RJ.
Pelas razões que o Mirko citou, meus hábitos putanhisticos são completamente diferentes no Rio e em SP, para onde vou com muita frequência. No Rio sempre casas (termas ou fast sex). Em SP só saio com freelas, mas, paradoxalmente nunca saí com freelas no Rio. Mas foi com as freelas de SP que realizei alguns dos melhores tds na minha vida.
Eu me "formei" em boates e foram minha fonte de putaria por muito tempo. Após uma temporada em SP dois anos atrás, quando conheci as frees com local próprio e, logo depois, o GPGuia, foi que me dei conta de como eu gastava muito e era mal atendido pelas putas de boates.
Quando voltei para o Rio, verifiquei que as frees daqui são mais caras que em SP (cobram mais, não têm local e cobram deslocamento). Um TD que em SP custava R$ 200 com tudo no pacote, começa no Rio por um valor maior e com os extras (hotel, deslocamento, eventuais bebidas consumidas, etc.), quase dobra o valor inicial do programa. O jeito foi ir garimpando para tentar encontrar jóias raras a preços razoáveis. No geral, tem funcionado, mas é muito trabalhoso e de sucesso incerto.
Al Swearengen escreveu:Destaco tb o fato que a maior parte das feelas que conheci em SP são infinitamente mais gente boa e de melhor nivel.
Concordo totalmente.
Posto isso, creio que esses pontos em relação às frees são aspectos que contribuem para não tenhamos "lendas" no Rio. Outra razão é a que citei no meu post anterior, que é o pessoal não postar. Tem muito sonegador no Rio que pega boas GPs, mas não conta para ninguém.
Só muito recentemente, conheci as termas, mas elas me lembram as boates e me deixam meio com pé atrás pelo preço e tempo curto cronometrado. Para piorar um pouco, o único TD que fiz em termas foi ruim. Minhas experiências com fast-foda também são recentes, todas satisfatórias. O custo/benefício é bom, mas como não tenho muita disponibilidade e alvará no Rio, ainda não me aventurei muito nesse segmento putanhístico. De qualquer jeito, não é desses ambientes que eu acho que saem as "lendas", pois, além de ser difícil se destacarem no meio de tantas, tem também muita rotatividade das GPs pelas casas, tornando-as "alvos móveis".