Prostitutas contra o preconceito

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Minas realiza primeira edição do concurso "Miss Prostituta"

#46 Mensagem por florestal » 02 Out 2012, 19:37

O objetivo desses desfiles é levantar a auto estima das prostitutas, fazer com que elas passem a assumir a profissão e reivindicar melhores condições de trabalho.

O pessoal de Minas está seguindo os mesmos passos da organização Hetaíra que também promoveu um desfile assim na Espanha http://www.youtube.com/watch?v=DVC_s-Bz ... re=related . Aqui o site da organização: http://www.colectivohetaira.org/web/index.php
Vejam nesse site o filminho sobre igualdade de direitos. É coisa para essas putas de vintão irem se organizando.

Eu acho muito boa essa iniciativa; sempre quando eu pergunto para as putas com quem eu saio da família, percebo que elas são provenientes dos segmentos mais baixos da população. Todas elas me contam uma história triste: o pai era motorista de ônibus e teve um acidente vindo a falecer, a mãe pegou câncer logo depois e não tinha dinheiro para o tratamento. Casou, teve filho e brigou com o marido. É tudo assim. Então, esse movimento visa dar melhores condições dessas meninas exercerem a profissão. Elas precisam disso. Outra coisa, é uma profissão muito estigmatizada, todo mundo fica falando mal de puta (inclusive tem foristas aqui que não se mancam que falam mal de putanheiros também). Na medida em que as pessoas vão botando a cara pra fora, aparecendo para a sociedade, a tendência é que essa crítica deixe de ser feita e a puta seja reconhecida com mais naturalidade.

Para o putanheiro, tem muitos clientes de putas que fazem blogs e mostram a cara lá na Europa, aqui pelo Brasil ainda ninguém fez isso, tenho até vontade de fazer. Também é uma maneira de ir aparecendo e fazendo com que cesse o preconceito da sociedade contra a putaria de um modo em geral.

Se elas tivessem sido bem criadas, bem alimentadas e tratadas desde que nasceram, seriam mais bonitas. Um povo somente é bonito quando recebe boa alimentação e cuidados de saúde. Essas misses aí de cima são bem nascidas, enquanto as outras vieram da miséria. A sociedade como um todo deve estar atenta a isso para estimular medidas que melhorem a condição de vida desse pessoal miserável.

Se a putaria fosse legalizada, essas putas de vintão seguramente teriam melhor condição de vida.

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Minas realiza primeira edição do concurso "Miss Prostituta"

#47 Mensagem por florestal » 03 Out 2012, 07:31

Mulher bonita é mulher que teve cuidados na infância: boa alimentação, atendimento médico e escola de qualidade. Se a mulher nasce em um barracão, o pai é alcoólatra e a mãe faxineira sempre mudando de emprego, tá na cara que essa mulher não vai ser muito bonita, pois não teve o básico na sua infância.

Uma das finalidades desse concurso é acabar com o preconceito existente contra as putas e também contra os putanheiros:
A presidente da Aprosmig ressaltou que o evento não é um simples concurso de beleza, mas sim um ato contra o preconceito e a violência vivida no dia a dia pelas profissionais. Informou ainda que é o primeiro de muitos que estão por vir e que o próximo Miss Prostituta já tem data para acontecer: será no próximo mês, no Estado do Amazonas. “Esse primeiro concurso faz parte do Dia Nacional sem Preconceito, criado pela associação para fortalecer a luta das 80 mil prostitutas que atuam em Belo Horizonte, mas já planejamos muitos outros inclusive para a Copa de 2014”, finalizou Cida.
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo ... ional.html

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Minas realiza primeira edição do concurso "Miss Prostituta"

#48 Mensagem por florestal » 03 Out 2012, 08:33

Mais um link do desfile:

http://www.alterosa.com.br/html/noticia ... rna.shtml#

*

São as putas botando a cara para todos verem, está acabando isso das garotas terem medo de colocar o rosto nos blogs; começa a se aceitar a prostituição como uma profissão, a puta não terá mais que mentir para a família e para os seus parentes próximos.

Falta os putanheiros se reunirem em um Shopping aqui de São Paulo, chamarem a imprensa para concederem uma entrevista e afirmarem que são cliente das putas. Quem topa fazer isso?

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Re: Minas realiza primeira edição do concurso "Miss Prostituta"

#49 Mensagem por ussama » 03 Out 2012, 14:07

povo complicado, enfim a gente come o rosto ou a buceta delas?

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Re: Minas realiza primeira edição do concurso "Miss Prostituta"

#50 Mensagem por jaimeflor » 03 Out 2012, 15:40

é legal ter mídia em cima desses eventos
as patroas quando vê o nível da putas de privê ( que se deixaram fotografar ) imagina que nunca o maridão delas iria comer uma mulher daquele nível :mrgreen: :mrgreen: :mrgreen:

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Re: Minas realiza primeira edição do concurso "Miss Prostituta"

#51 Mensagem por Alexandremk » 03 Out 2012, 15:44

ussama escreveu:povo complicado, enfim a gente come o rosto ou a buceta delas?

=D> É mesmo, se for Raimunda, enfia a cara no travesseiro e tome peia no rabicó, oras pois. Estamos cá cheios de frescuras.É muito nhenhenhém :badgrin: :badgrin:

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Re: Minas realiza primeira edição do concurso "Miss Prostituta"

#52 Mensagem por Zé di Krasse » 03 Out 2012, 16:03

Acho muito bom que minha mulher pense que só tenha este tipo de baranga no mercado!!!! :badgrin: :badgrin:

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O Pastor
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Re: Minas realiza primeira edição do concurso "Miss Prostituta"

#53 Mensagem por O Pastor » 03 Out 2012, 17:13

florestal escreveu: [ external image ]
Essa eu comia fácil.

ussama escreveu:povo complicado, enfim a gente come o rosto ou a buceta delas?
Há limites lógico :mrgreen: :lol:, mas essa Ussama, é a geração de putanheiros que não se contenta apenas em comer uma buceta. A puta tem que ser bonitinha pra ele bancar o namoradinho. Sair pra jantar e quem sabe até apresentar pra familia.

É o japa da Yoki fazendo escola :mrgreen:

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Uma acompanhante contra o preconceito.

#54 Mensagem por florestal » 21 Abr 2013, 21:14

Reportagem que um jornal virtual de São Carlos publicou sobre uma acompanhante formada na Federal de São Carlos.

No Blog dela existem mais fotos.

Eu entendo que ela luta contra o estigma da prostituição existente em nossa sociedade e por este motivo estou postando aqui a reportagem do jornal. A postura dela abre caminho para as garotas mais pobres e que não tiveram oportunidade de estudar, essas talvez não se sintam tão envergonhadas de exercerem essa atividade. Contribui também para acabar com a dupla moral existente na sociedade e estimular que outras também assumam sua condição.

Acredito que ela chame mais a atenção por ser de classe média e ter uma boa formação.

Pesquisei por aqui e nada encontrei com o seu nome ou telefone.
Lola Benvenutti: “Sou garota de programa e sou inteligente, estudada e culta, quero que os outros também reconheçam”


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“Lola e Gabriela são, decididamente, faces da mesma moeda”. Esta é a forma que Lola Benvenutti define a relação de sua função de acompanhante – termo que ela prefere ser denominada – com a Gabriela da vida pessoal. Atualmente, Lola é muito conhecida em São Carlos devido o surgimento do blog (http://lolabenvenutti.blogspot.com.br/) onde divulga os preços de seus serviços, show pela web e publicações de contos em que relata as suas experiências com os clientes.

Recém-formada no curso de Letras pela UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), Lola comentou que a graduação lhe ajudou muito na elaboração de contos e afirmou: “Sou garota de programa e sou inteligente, estudada, culta. Reconheço meu poder e quero que os outros também reconheçam”.

Em entrevista para o São Carlos em Rede, Lola/Gabriela contou os motivos que a levou a escolher essa função: “A verdade é que eu sempre gostei muito de sexo e por mais estranho que pareça, sempre cultivei um desejo secreto de trabalhar com isso”. A entrevistada também falou sobre as críticas recebidas e a reação de seus familiares: “Eu sabia que deveria estar preparada para tudo, pois expor o rosto é entregar-se às feras”.

Nas questões abordadas está a exposição de sua profissão à sociedade, onde é necessário “uma dose de ousadia e coragem”. Além disso, Lola falou sobre a utilização da internet para proporcionar os seus serviços: “O blog me divulgou muito mais do que eu imaginava”. Outro aspecto destacado é a importância do sexo em sua profissão: “Proporcionar um bom sexo está intimamente relacionado a gostar do que está fazendo. Por isso, faço aquilo que gosto”.

SCR - Por que o nome Lola Benvenutti?

Lola - Bem, Lola é uma referência ao romance de Vladimir Nobokov, “Lolita”. Quando era mais nova, conheci um homem que fez meu primeiro ensaio sensual e ele me chamava de Lola. Creio que este ato despertou algo em mim e me mudou para sempre. Benvenutti é uma brincadeirinha com sua tradução: “Bem-Vindo”

SCR - Você pode explicar um pouco mais sobre a Lola? Ela foi criada para ter qual característica de personagem ou seria um alter ego da Gabriela?

Lola - No começo eu achava mesmo que a Lola era a profissional e que a Gabriela era minha vida pessoal, mas na verdade é impossível separar de mim uma “personagem” que eu vivo todos os dias, quase o dia todo. Lola e Gabriela são, decididamente, faces da mesma moeda.

SCR - Quando está em serviço, já existiu conflito de identidade entre a Lola e Gabriele?

Lola - O conflito existe mais no blog. Lá, tenho que forçar um pouco mais minha sexualidade, utilizando os vocábulos mais pornográficos. Não quero dizer, com isto, que eu seja uma santa (risos), mas prefiro a sugestão erótica em detrimento da pornochanchada. Por outro lado, sinto que é isto que os leitores querem ver no meu blog e talvez por este motivo eu tenha ficado tão conhecida: uma aluna da federal que, além de expor seu rosto, fala obscenidades (risos).

SCR - O primeiro contato com essa profissão se estabeleceu por quais motivos?

Lola - A verdade é que eu sempre gostei muito de sexo e por mais estranho que pareça, sempre cultivei um desejo secreto de trabalhar com isso e sabia que em algum momento acabaria acontecendo.

Acho curioso o fato de as pessoas tentarem imaginar qual acontecimento familiar macabro me levou a este caminho. Lamento desapontá-los, mas a verdade é que tive ótima educação. Fui criada no sítio, com os melhores valores que alguém pode aprender. A questão é que eu amo sexo!

Quando ainda era menor de idade, entrava em sites de relacionamento e marcava com homens que eu nunca tinha visto na vida. Tornar-me acompanhante foi apenas uma maneira de unir dois gostos: sexo e dinheiro.

SCR - Qual foi a reação familiar em relação a sua escolha para essa área de serviço?

Lola - Foi difícil, claro. Eu preferi ser honesta e contar, antes que alguém o fizesse. Sei o quanto meu pai ficaria magoado em saber disso por outra pessoa.

Minha mãe creio que desconfiava, então não foi um susto tão brutal, mas, infelizmente, ela é do tipo que liga muito para o que os outros falam e creio que, com o tempo, isso minou nossa relação.

Meu pai ficou seis longos meses sem falar comigo e eu achei que duraria a vida toda. Para minha surpresa, conversamos, ele me aceitou – deixando sempre claro que a filha dele, a Gabriela, sempre seria a mesma – e até foi à minha formatura. Tenho muito orgulho de ter esse pai que, apesar dos dissabores, sempre esteve do meu lado.

SCR - Você tinha noção de que quando expos sua profissão publicamente também estaria exposta às críticas dos “fofoqueiros de plantão”? Como foi lidar com isso? Ocorreu certa exclusão de pessoas mais próximas?

Lola - Eu sabia que deveria estar preparada pra tudo, pois expor o rosto é entregar-se às feras. Logo, esperei por críticas.

Por um lado, foi difícil: riscaram meu carro, criaram um perfil falso no Facebook falando para as pessoas do meu blog, etc. Mas por outro, foi incrível ver meus amigos me apoiando, colocando essas pessoas mal intencionadas pra correr (risos). Apesar de algumas caras feias quando eu passo, ninguém nunca me ofendeu frente a frente. Muito pelo contrário! Surgiram os fãs, os quais apelido carinhosamente de “Lola Lovers”, que sempre me elogiam e tratam com muito carinho. Isso supera qualquer crítica, de verdade.

SCR - Em seu blog, logo na seção “quem sou eu”, você descreveu ser uma pessoa que “adora sexo! Intenso, forte, com desejo”. Como foi esse processo de tornar o sexo uma escolha de profissão? Para a Lola “é assim que tem que ser”?

Lola - Não acho que podemos nos fechar em nossas escolhas. Eu decidi ser acompanhante porque me sinto bem. Talvez daqui a um tempo eu queira me dedicar a outra atividade, não sei. Estar bem é fundamental e eu encontrei paz no que faço. Creio que tudo na vida tem que ser intenso, forte e com desejo, sim! Senão, vivemos arrastados por críticas, hipocrisia e infelicidade. Digo isso não apenas como Lola, mas como Gabriela.

SCR - A Faixa etária de seus clientes é variada? No blog os preços são estabelecidos por hora, sendo que para você essa é uma profissão que paga as contas?

Lola - A faixa etária varia muito. Desde estudantes querendo se livrar da temida virgindade até clientes mais maduros buscando novas experiências. Com certeza paga as minhas contas. Não tenho do que reclamar (risos).

SCR - Já que “o limite é o infinito”, até que ponto a questão é proporcionar um bom sexo? Aliás, para você, o que é um bom sexo nessa profissão?

Lola - Proporcionar um bom sexo está intimamente relacionado a gostar do que está fazendo. Por isso, faço aquilo que gosto. Sou bem liberal, entendo bastante do mundo do BDSM e também me interesso por realização de fantasias, de modo que, para mim, todo fetiche é interessante. Bom sexo tem a ver com sintonia. Não adianta ficar lendo essas revistas que ensinam a fazer o oral perfeito se sua parceira não esta curtindo. É preciso se deixar levar. Aprender que harmonia e melodia é que precisam ser estudadas.

SCR - No momento desta entrevista o seu blog está temporariamente fora de serviço, mas nele haviam contos escritos por você relatando de modo literário os programas. Essa iniciativa foi para mostrar uma sutileza e sofisticação na propagação da sua profissão, muitas vezes vista de modo preconceituoso por boa parte da sociedade?

Lola - Como comentei acima, creio que os relatos ainda não estão tão literários como eu gostaria, mas estou trabalhando nisso.

De todo modo, é fato que a linguagem empregada destoa bastante da maioria de blogs similares. Meu modo de escrever é reflexo não apenas desse desejo de conferir glamour a este magnífico universo, mas também uma forma de valorizar meu intelecto. Sou garota de programa e sou inteligente, estudada, culta. Reconheço meu poder e quero que os outros também reconheçam.

SCR - Você pedia licença a seus clientes para a divulgação dos relatos do programa no seu blog?

Lola - Normalmente peço, sim. Quando o cliente não quer ver seu relato publicado, pode me avisar sem o menor problema.

SCR - O que te inspira a escrever os contos ou são apenas exercícios de escrita?

Lola - Inspiração tem mais a ver com paixão, desejo, amor. Amo o que faço. Logo, tudo fica mais fácil.

SCR - O curso de Letras te proporcionou um trabalho bem elaborado no desenvolvimento de seus contos? Você pretende seguir nessa linha literária?

Lola - Com certeza o curso me ajudou muito. Tanto pelas disciplinas quanto pelos montes de livros que li. Se vou me tornar escritora? Não sei. Mas acho mesmo que uma das formas de imortalizar nossas memórias queridas é colocá-las no papel.

SCR - No blog você relatou que seu serviço atende a região (São Carlos, Araraquara, Ribeirão Preto, Rio Claro etc.). Há também a possibilidade de show pela web, esse serviço é muito solicitado? O que você pode explicar do uso da internet para a propagação de sua profissão?

Lola - O show pela web é bastante solicitado, especialmente por clientes que curtem voyeurismo, dominação, Fendom etc. A internet foi fundamental para o meu trabalho. O blog me divulgou muito mais do que eu imaginava, inclusive. É claro que uma dose de ousadia e coragem também foi importante; senão, eu seria só mais uma garota tentando divulgar seu trabalho sem que a família soubesse.

SCR - Além de você, há outras garotas da região trilhando para essa profissão? Em sua opinião, o que as impedem de expor a profissão abertamente?

Lola - Dizem que esta profissão é a mais antiga do mundo, então, com certeza, em cada cidadezinha haverá profissionais do sexo. O problema é que quanto mais conservadora a cidade, mais elas se escondem. Embora São Carlos seja a cidade da tecnologia e tenha três universidades, ainda existe muito preconceito, inclusive no meio acadêmico. Eu passei por situações constrangedoras e creio que muitas outras garotas também, que nem trabalham no meu ramo, mas que lutam pelo domínio de seus corpos. Vide a confusão no “miss bixete”. Creio que toda essa cultura da diferença - embora se “defenda” a igualdade - e o machismo, por parte de homens e mulheres, são pontos fundamentais. Já recebi emails de muitas meninas contando seu interesse por meu trabalho, mas que receiam serem maltratadas, desprezadas etc. Eu lamento muito pela hipocrisia das pessoas, pela maldade e pela inveja e torço sempre para que aprendam a tempo.

SCR - Para finalizar, qual será o futuro da Lola? Hoje você pode afirmar até quando ela estará atuando nesse ramo?

Lola - A Lola/Gabriela está feliz da vida e não tem planos de parar seu trabalho, mas o mundo é mesmo um moinho e nunca sabemos onde vamos parar. Eu torço sempre pelo melhor e acredito. É isso!

http://www.saocarlosemrede.com.br/notic ... m%E2%80%9D

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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.

#55 Mensagem por Carnage » 21 Abr 2013, 21:54

Gata!

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estressado
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.

#56 Mensagem por estressado » 22 Abr 2013, 05:45

Quem faz Letras tem 3 possibilidades de futuro: tradutor, professor ou escritor. Tradução dá muito trabalho e professor ganha mal.

Procurei pelo celular no Google e vi que ela tem poucos anúncios, muitos relatos no blog e nenhum tópico em fóruns. Chutaria que a maioria dos relatos (que me parecem fantasiosos, além de nada inovadores) são falsos e que ela está tentando ganhar fama para em breve tentar ganhar dinheiro como escritora.

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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.

#57 Mensagem por Caubói/38 » 22 Abr 2013, 09:33

Não tem cara de puta, não!
Garanto que se uns cinco ou seis camaradas daqui sairem com ela, nem precisa ser todos os seis, se um só pegar ela de jeito, ela desiste dessa babaquice toda de doublê de puta e pseudo blogueira de putaria e vai pianinho, começar a carreira na educação, lá no ensino fundamental ...
O talento é tudo, fosse ela o que ela mesmo propala, "educada, inteligente e culta" e esperta, não taria procurando um atalho pro seu desenvolvimento social/profissional, cortando caminho e virado "acompanhante", sinonimo que ela achou mais apropriado praquilo que ela é de verdade, ou seja, puta!
É apenas mais uma oportunista, isso sim!

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Uma acompanhante contra o preconceito.

#58 Mensagem por florestal » 22 Abr 2013, 14:10

Se ela lançar um livro relatando sua experiência eu acharia ótimo, pois isso contribui para amainar o preconceito destilado pelo fundamentalismo religioso em nossa sociedade. Inúmeros brasileiros trabalham nessa atividade econômica e o fim do preconceito criaria condições mais favoráveis para que a putaria fosse legalizada. A legalização beneficiaria também os clientes, nós, com melhores opções, preços mais em conta, melhores instalações, mais higiene, etc. A sociedade também seria beneficiada com a cobrança de impostos que poderiam ser destinados a educação, uma forma de favorecer a aprovação no Congresso. Diversas doenças que possuem sua etiologia na ansiedade também poderiam ser tratadas com a contribuição de "garotas", a exemplo da ejaculação precoce que acomete mais de 33% dos homens brasileiros. O investimento nessa atividade propiciaria a criação de empregos para milhares de brasileiros.

Em vista disso eu até pensei em sugerir a ela que colecionasse material para escrever um livro, pois seus relatos são muito bons sob o ponto de vista literário, nada obstante também os considero pouco críveis.

Ela não tem cara de puta porque estudou e a maioria das meninas que vem para esta profissão o fazem por necessidade econômica, já que é uma profissão que sofre forte desvalorização social devido ao fundamentalismo religioso e a dupla moral de nossa sociedade; conforme ela mesmo diz em seu Blog ela gosta de sexo e, por este motivo, escolheu esta profissão.

Acredito que ela possa muito bem exercer essa atividade e contribuir para mudar para melhor nossa sociedade. Não devemos nos esquecer que estamos no capitalismo e as pessoas "bem sucedidas" aqui são aquelas que conseguem ganhar bastante dinheiro, a maior parte das vezes sem nenhum princípio, quando não de forma criminosa. Basta acompanharmos o noticiário de forma crítica para nos convencermos disso. Nos Estados Unidos existem diversas pessoas com excelente "desenvolvimento social/profissional" que se dedicam a construir bombas que serão lançadas no Afeganistão, no Iraque e em outros países onde os interesses econômicos norte-americanos determinaram que se invadisse.

Essas meninas das clínicas que existem por aí pegam uns cinco ou seis diariamente e ficam contentes ao final do dia, muitas delas ficam me cobrando pela ausência quando de um repeteco: "Ô Florestal, por que você ficou tanto tempo sem vir me ver?". De maneira que por aí não acredito em problemas.

Ela está inovando e por esse motivo causa muita apreensão em tantos quanto não entendem essas mudanças e ficam inseguros com o novo, apegando-se ao seu conservadorismo como tábua de salvação em um mundo que necessita mudar para que tenhamos uma sociedade mais justa em todos os aspectos.

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Compson
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.

#59 Mensagem por Compson » 22 Abr 2013, 15:30

estressado escreveu:Quem faz Letras tem 3 possibilidades de futuro: tradutor, professor ou escritor. Tradução dá muito trabalho e professor ganha mal.

Procurei pelo celular no Google e vi que ela tem poucos anúncios, muitos relatos no blog e nenhum tópico em fóruns. Chutaria que a maioria dos relatos (que me parecem fantasiosos, além de nada inovadores) são falsos e que ela está tentando ganhar fama para em breve tentar ganhar dinheiro como escritora.
Ela não teria condições de fazer isso.

Nego formado em humanas é tudo burro e não sabe ganhar dinheiro...

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MrNatural
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.

#60 Mensagem por MrNatural » 23 Abr 2013, 23:21

eu já pensei em fazer um TD com ela, mas por conta da falta de concorrência no mercado local, eu imaginei que a possibilidade de ter que "implorar" por um TD seria alta.

Um amigo meu resolveu arriscar e marcou com ela, e foi "pisada na bola". Pedi para ele postar , mas não quis (com receio de ser identificado).

Ela tem uma vida civil e já vi fotos dela em facebook de outras pessoas , em baladas etc

Imagino que tenha diversos clientes fiéis e que seja liberal, embora faça mais o estilo dominadora.

Agora que ela ficou "famosa" além de ser mais difícil o TD, é mais arriscado . Viver em cidade pequena é dose

PS: no blog dela tem um link que está apontando para o facebook dela

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