O rosto e corpo são atraentes mas os seios dela são um par de panquecas. Acho que não vale o que pede (R$200/hora).
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Acredito que a mina achou uma bela forma de se promover e assim pode cobrar cada vez mais.
O rosto e corpo são atraentes mas os seios dela são um par de panquecas. Acho que não vale o que pede (R$200/hora).
O rosto e corpo são atraentes mas os seios dela são um par de panquecas. Acho que não vale o que pede (R$200/hora).
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Li o primeiro parágrafo dizendo que ela é formada na "federal de São Carlos". Aí pensei, 'putz, uma engenheira, medica ou agronoma trabalhando de puta???"
Depois aparece la embaixo dizendo que ela é formada em Letras. Até os vira-latas da rua passam em Letras.
Letras e Filosofia só servem para entupir as repúblicas universitárias de vagabundos e futuros pelegos.
Depois aparece la embaixo dizendo que ela é formada em Letras. Até os vira-latas da rua passam em Letras.
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Uma acompanhante contra o preconceito.
Letras e Filosofia são importantes para a sociedade, acontece que HOJE essas áreas são dominadas pelo petismo (aliás, toda a educação brasileira é dominada pelo petismo, é uma forma deles se manterem no poder). No horizonte histórico, quando o petismo desaparecer, a sociedade poderá comprovar a importância dessas áreas do conhecimento.
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Falaram aí pra riba que ela desistiria com seis, parece que a realidade vai desmentido os prognósticos pessimistas, conforme poderemos depreender da atualização do seu Blog, que eu coloquei abaixo:
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Falaram aí pra riba que ela desistiria com seis, parece que a realidade vai desmentido os prognósticos pessimistas, conforme poderemos depreender da atualização do seu Blog, que eu coloquei abaixo:
Uma festinha diferente =)
Olá pessoal!
Agora chega de tanta explicação e manifestações de opinião. Vamos falar do que todos gostam de ler =) Sexo!
Esses dias me ligaram de um rep aqui de São Carlos, para animar uma festinha. Disseram que haviam chamado mais duas meninas, alegando que eu não daria conta rs.
O combinado era que eu fizesse um strip pra galera. Foi dicil achar a casa, mas consegui. O Agroboy, que foi quem me ligou, discutia comigo para que eu dançasse ao som de sertanejo. Agora, me digam, é possível fazer um strip ao som de sertanejo? rs Nem os maiores fãs desse estilo poderão dizer que sim rs. Escolhi um cd meu, da Etta James, e lá fomos nós.
Quando entrei na casa, levei um susto: todo mundo mega bêbado e a casa de cabeça para baixo. Tudo bagunçado. Logo perguntei pelas duas outras meninas - que haviam desistido. Seria apenas eu no meio de uns 30 homens.
Eles ficaram sentadinhos, bonitinhos enquanto eu dançava e logo decidiram que fariam o papel de barra de pole dance para mim haha: ficariam parados, enquanto eu dançava em volta.
Depois, pedi que pegassem uma cadeira e para cada um que sentasse ali, eu faria uma dança, desde que não tocassem em mim. Esse era o combinado.
Durante a dança, eles cantavam "Loooooooooooooolaaaaa, Lolinha, dá uma dançadinha, dá uma empinadinha". Lógico que sempre que ouvir essa música, daqui pra frente, me lembrarei da homenagem haha.
Quando já estava terminando a dança e o período combinado, os meninos me chamaram para negociar.
Cinco minutos depois, eu estava indo para o quarto com um monte de gente haha. Minha exigência foi que todos tomassem banho, o que eles atenderam sem questionar.
Comecei chupando os dois gatinhos que tomaram banho rapidinho e já se dispuseram a ficar ali, com os paus de fora e logo tinha mais um me pegando de quatro. Enquanto eu desempenhava meu papel com muito tesão, ouvia a fila de garotos do lado de fora, decidindo a ordem da meteção e tentando espiar o que acontecia. Engraçadíssimo!
Quando me dei conta, vi 5 paus ao meu redor. Todo mundo tentando ver onde conseguia um lugar haha. "Gente, vamos organizar isso!" Devagar, eles foram acalmando e eu consegui me concentrar em minhas funções rs.
Quando eu já tinha terminado os 8 bonitões, decidi tomar um banho, pois estava destruída rs. Três safados foram junto e ficaram lá batendo uma até gozar.
Depois juntou um grupinho pra me entrevistar...curiosíssimos!
Agora vamos aos elogios e críticas, pois prometi a eles que tentaria falar um pouquinho de cada um...dos que eu lembro, pelo menos rs.
Barbinha merece um elogio pelos dedinhos mágicos - poucos caras me masturbaram tão bem e sem machucar. Unhas curtinhas garantem sucesso =)
Pseudo ruivo (quando cheguei, fui perguntando se ele era ruivo e vi que era só efeito da luz, pois na verdade, era loiro rs), é sexy quando transa. Definitivamente. E ainda faz massagem. O único problema é que massageou justo minha nuca recém tatuada e doeu um bocado haah..
Olhos verdes me pareceu o manda chuva da festa e um dos mais safados. Queria ser o principal receptor dos meus carinhos e conseguiu rs. O ponto negativo vai pros punzinhos no final da festa. Achei chatíssimo. Nenhuma gatinha gosta de passar por isso.
Bigode era um dos mais divertidos. Seu tamanho esconde o tamanho do "brinquedo" haha. Me surpreendeu.
Também tinha o Gordinho que ficava insistindo em colocar os dedos na porta de trás e estava me irritando um pouco e o Bixo Loiro, que me deu dó, porque acabou não gozando, frente à demanda dos veteranos, em desfrutar de minha companhia haah.
Meninos, mandem um recadinho pro fofíssimo que me deu a camiseta: Quero você! haha
Foi um prazer, meninos, em todos os sentidos! Ah, please, devolvam meu cd da amada Etta James =)
Tambaú me escreveu alguns emails tentando marcar algo em outra cidade, mas só deu certo mesmo quando ele veio a São Carlos.
Fiquei super feliz porque ele me disse que eu era muito mais bonita que no site. Que bom!
Conversamos um pouco e logo ele me perguntou se podia me chupar. Claro que deixei e ele deve ter gostado da retribuição. Sua expressão de prazer foi impagável. Transamos gostosinho =)
Ponto negativo: não tirou as meias haha.
Um beijo pra você e pra toda a galera de Pirassununga que acompanha o blog =))
Já é a segunda vez que BMW sai comigo. Um homem charmoso...uma voz encantadora. Sexo com ele é aquilo que eu explicava outrora de harmonia e melodia. O toque da pele macia, os sussurros, os beijos pelo corpo. As carícias levadas ao ápice. O toque da boca, os gemidos....as frases ditas pela metade.
O sexo ao pé da letra...a penetração é só a conclusão de um ato que envolve muito mais...os sentidos, os desejos.
Adoro estar com você. Nossa sintonia é evidente.
Gemidinho saiu comigo pela segunda vez depois de bastante tempo. Logo que cheguei ao motel, reconheci seu rosto.
Quando cheguei, ele já veio me fazendo uma proposta: trabalhar comigo. No início achei excelente, afinal, sempre sou questionada a respeito de garotos que trabalhem na área e nunca encontro. Entretanto, ele começou a frisar bem que fazia qualquer coisa pelo dinheiro e logo percebi que não daria muito certo trabalharmos juntos. Dinheiro é importante, claro, mas satisfação e prazer são fundamentais em qualquer empreitada.
Chegou um ponto em que Gemidinho queria que eu lhe ensinasse a ser submisso. Isso me brochou. Não se ensina a ser submisso. Isso vem de um encontro com si mesmo, de estudo e dedicação. Impossível ensinar alguém a ser sub usando um chicote e praticando inversão. Apreciar essas práticas como curioso é diferente de pedir para que eu "ensine o BDSM". Irritada com seu comportamento forçado, decidi chicoteá-lo sem dó e parece que ele entendeu qual era o seu lugar. Coloquei o cabresto e andei um pouco de cavalinho pelo quarto, mas o jeito forçado de me dizer "Sim Senhora", "Como a Senhora quiser" me desanimou. Teria que ser da alma e não superficial como estava sendo.
Por fim, peguei meu consolo vermelho e enfiei inteiro naquele rabo enquanto ele pedia mais. Eu mexia o quadril com força, para colocar tudo e ele gemia...gemia como uma mulherzinha. Ele quis que eu sentasse em seu pau, mas eu não estava com a menor vontade. Logo ele gozou e fui pegar meu consolo pra higienizar.
Ponto negativo: além dos que eu falei, é indispensável, quando usamos a porta de trás, fazer a famosa chuca. Vejam bem...Acontecer um pequeno acidente é normal, mas grandes acidentes podem e devem ser evitados. Principalmente nesse caso, em que não preparamos o ambiente para uma chuva marrom.
http://lolabenvenutti.blogspot.com.br/2 ... rente.html
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Pode ser tudo verdade, mas acredito muito mais em gp com ficha longa e positiva aqui no guia. Só autopropaganda impactante não é suficiente... [ external image ]
Florestal, talvez você já tenha falado, mas como fica a questão dos preços se fosse feita a legalização e consequente cobrança de impostos?
Florestal, talvez você já tenha falado, mas como fica a questão dos preços se fosse feita a legalização e consequente cobrança de impostos?
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Deixando de lado o blá-blá-blá e indo pro que interessa, liguei algumas vezes pro dois celulares do site dela, prá me inteirar das condições atuais do "negócio" dela e só dão caixa postal.
Mandei torpedos e tô aguardando resposta!
Duvido que venha alguma...
Mandei torpedos e tô aguardando resposta!
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito. sera mesmo?
só vou acreditar quando ela sentar na minha rola caso contrario é tudo Utopia e outra curiosidade é que mina que tem visão nesse ramo sabe que o Bairro dos jardins é a fonte do dinheiro e prefere atender no interior´, e obviamente ficando bem difícil de nós foristas comprovar a veracidade de suas histórias!!!
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Caubói/38 escreveu:Deixando de lado o blá-blá-blá e indo pro que interessa, liguei algumas vezes pro dois celulares do site dela, prá me inteirar das condições atuais do "negócio" dela e só dão caixa postal.
Mandei torpedos e tô aguardando resposta!
Duvido que venha alguma...
Vi a materia no globo.com, hoje e tambem tentei ligar...... nao obtive exito!!
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Uma acompanhante contra o preconceito.
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Ela vai ficando famosa; para acabar com o preconceito é positivo, já para quem quer comer $$$...
http://jesserosa0.blogspot.com.br/2013/ ... ta-de.html
Eu li a entrevista, ela é bem contra o preconceito, mas parece que não percebe a questão social, talvez por ser originária da classe média (o pai é militar da reserva).
Marvosa5, depois responderei a sua pergunta com todo prazer, assim que tiver tempo.
Ela vai ficando famosa; para acabar com o preconceito é positivo, já para quem quer comer $$$...
http://jesserosa0.blogspot.com.br/2013/ ... ta-de.html
Eu li a entrevista, ela é bem contra o preconceito, mas parece que não percebe a questão social, talvez por ser originária da classe média (o pai é militar da reserva).
Marvosa5, depois responderei a sua pergunta com todo prazer, assim que tiver tempo.
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Graduada e garota de programa
Graduada e garota de programa
'Faço porque gosto', revela garota de programa recém graduada em letras
Lola Benvenutti mantém blog em que relata experiências com seus clientes.
Formada pela UFSCar em São Carlos, jovem tenta quebrar tabu sobre sexo.
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Gabriela Natália da Silva, ou Lola Benvenutti, se formou no curso de letras na UFSCar, em São Carlos, SP, mas optou por fazer carreira como garota de programa
Ela tem 21 anos, é recém-formada em letras pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), exibe em tatuagens pelo corpo frases de Guimarães Rosa e Manuel Bandeira, adotou como pseudônimo um nome que faz referência a um personagem do escritor russo Vladimir Nabokov e assume, sem problemas, ser garota de programa. Gabriela Natália da Silva, ou Lola Benvenutti, mantém um blog em que escreve contos baseados nas experiências com seus clientes e chama a atenção ao tentar quebrar o tabu do sexo. “Sempre gostei de sexo, então tinha um desejo secreto de trabalhar com isso e não há nada mais justo, faço porque gosto”, afirmou em entrevista ao G1.
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Lola Benvenutti mantém blog com histórias dos clientes em São Carlos
A realidade de Gabriela sempre foi diferente da vida de uma parcela das garotas de programa que são universitárias e optam por se prostituir para manter as despesas com os estudos. "Tem uma categoria nos sites de acompanhantes que são de universitárias e fazem isso porque fazem faculdade particular e precisam pagar, mas eu nunca precisei disso, sou inteligente, fiz faculdade, optei por isso, qual o problema?", questionou.
Natural de Pirassununga (SP), se mudou para São Carlos para fazer faculdade, mas por temer algum tipo de retaliação resolveu manter sua identidade como prostituta com discrição até concluir o curso. “Fiquei com um pouco de medo de isso reverberar de alguma forma na faculdade, então achei melhor terminar a graduação para colocar o blog no ar”, disse.
O site recebe cerca de duas mil visitas por dia e é nele que Lola posta sua rotina como prostituta. Entretanto, vê diferença entre sua história e o fenômeno Bruna Surfistinha, pseudônimo de Raquel Pacheco, ex-prostituta que fez fama na internet e teve sua história publicada em livro e roteirizada em um filme. “Ela teve uma vida diferente da minha, com outras oportunidades”, comentou.
Além de manter seus contos e servir como contato entre seus clientes, que chegam a cinco por dia, o blog serve também para levantar discussão sobre o prazer no sexo. “As pessoas são hipócritas, vivem de sexo, veem vídeo pornográfico, mas não falam porque têm vergonha. Um monte de mulher entra no blog e fala que adoraria fazer o que eu faço, mas não tem coragem; e dos homens escuto as confissões mais loucas e cada vez mais esse tabu do sexo é uma coisa besta”, avaliou.
Barreiras
Apesar da escolha em ser uma profissional do sexo, Gabriela não desistiu de seguir carreira acadêmica ou dar aulas após a conclusão do curso de letras. “Também quero dar aula, mas por hobby, e além disso também tem a questão financeira, porque dando aula hoje você quase não se sustenta”, analisou. “Acho que as duas coisas são difíceis de casar, é muito difícil que uma escola que sabe o que eu faço me permita trabalhar com eles, vou ter que derrubar barreiras”.
Ainda este ano, ela pretende se mudar para São Paulo, onde vai continuar trabalhando como garota de programa e acumulando um mestrado na Universidade de São Paulo (USP). “Cansei um pouco de São Carlos e agora quero outras coisas, tanto que o mestrado para o qual estou estudando é na USP, converso com alguns professores e quero pesquisar na área de prostituição ou fetiche”, considerou.
Esse tipo de assunto, segundo ela, já é seu objeto de estudo desde a adolescência. “Desde os 14 anos estudo o sadomasoquismo, que hoje está ficando mais popularizado com ajuda do livro ‘Cinquenta Tons de Cinza’, que é marginalizado para quem curte, mas abriu um leque para as pessoas que não conheciam”, explicou.
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Lola Benvenutti considerava sua virgindade um fardo
Interesse pelo sexo
O interesse precoce por sexo começou com uma vontade íntima de deixar de ser virgem, o que considerava ser um ‘fardo’. “Desde os 11 anos queria me livrar desse fardo, mas perdi a virgindade com 13 anos e a primeira vez foi péssima, com um homem de 30 anos que conheci pela internet”, relembrou.
No início, Gabriela ficou em dúvida sobre o prazer causado pelo sexo.“Não fiquei confortável, fiquei um tempo sem fazer pensando em como era possível as pessoas falarem tanto disso, mas aí depois de um tempo eu fui gostando e a percepção mudou”, revelou.
Segundo Gabriela, nunca houve um episódio em sua vida que despertasse um interesse incomum para sexo. “Todo mundo fica me perguntando qual foi o fato que desencadeou isso, eu respondo que nada, meus pais foram ótimos, tive uma ótima educação, entrei na faculdade direto, fiz uma boa universidade e só”, garantiu.
Relação com a família
Como a personagem Tieta, da obra de Jorge Amado, Lola causa alvoroço quando retorna para sua cidade natal, mas a relação com a a família atualmente é estável. “Eu não vou muito pra lá, sinto que toda vez que vou, levanto uma poeira de discórdia e os vizinhos ficam comentando. Minha mãe já desconfiava porque nunca pedia dinheiro para ela e a relação foi muito mais difícil porque ela se importa muito com o que os outros dizem, mas a gente se fala”, disse.
Com o pai, militar da reserva, há uma relação de respeito e separação entre Gabriela e Lola. “Meu pai ficou seis meses sem falar comigo, eu achei que fosse pra vida toda, mas aí teve a minha formatura e ele veio. Na ocasião, disse que a filha dele era a Gabriela, não a outra, deixando bem claro que não compactua com isso. Mas ele ficou do meu lado e acho ele um herói porque não me abandonou”, confessou.
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Gabriela Natália da Silva, ou Lola Benvenutti, se formou no curso de letras na UFScar
Fonte:
http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regia ... etras.html
'Faço porque gosto', revela garota de programa recém graduada em letras
Lola Benvenutti mantém blog em que relata experiências com seus clientes.
Formada pela UFSCar em São Carlos, jovem tenta quebrar tabu sobre sexo.
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Gabriela Natália da Silva, ou Lola Benvenutti, se formou no curso de letras na UFSCar, em São Carlos, SP, mas optou por fazer carreira como garota de programa
Ela tem 21 anos, é recém-formada em letras pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), exibe em tatuagens pelo corpo frases de Guimarães Rosa e Manuel Bandeira, adotou como pseudônimo um nome que faz referência a um personagem do escritor russo Vladimir Nabokov e assume, sem problemas, ser garota de programa. Gabriela Natália da Silva, ou Lola Benvenutti, mantém um blog em que escreve contos baseados nas experiências com seus clientes e chama a atenção ao tentar quebrar o tabu do sexo. “Sempre gostei de sexo, então tinha um desejo secreto de trabalhar com isso e não há nada mais justo, faço porque gosto”, afirmou em entrevista ao G1.
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Lola Benvenutti mantém blog com histórias dos clientes em São Carlos
A realidade de Gabriela sempre foi diferente da vida de uma parcela das garotas de programa que são universitárias e optam por se prostituir para manter as despesas com os estudos. "Tem uma categoria nos sites de acompanhantes que são de universitárias e fazem isso porque fazem faculdade particular e precisam pagar, mas eu nunca precisei disso, sou inteligente, fiz faculdade, optei por isso, qual o problema?", questionou.
Natural de Pirassununga (SP), se mudou para São Carlos para fazer faculdade, mas por temer algum tipo de retaliação resolveu manter sua identidade como prostituta com discrição até concluir o curso. “Fiquei com um pouco de medo de isso reverberar de alguma forma na faculdade, então achei melhor terminar a graduação para colocar o blog no ar”, disse.
O site recebe cerca de duas mil visitas por dia e é nele que Lola posta sua rotina como prostituta. Entretanto, vê diferença entre sua história e o fenômeno Bruna Surfistinha, pseudônimo de Raquel Pacheco, ex-prostituta que fez fama na internet e teve sua história publicada em livro e roteirizada em um filme. “Ela teve uma vida diferente da minha, com outras oportunidades”, comentou.
Além de manter seus contos e servir como contato entre seus clientes, que chegam a cinco por dia, o blog serve também para levantar discussão sobre o prazer no sexo. “As pessoas são hipócritas, vivem de sexo, veem vídeo pornográfico, mas não falam porque têm vergonha. Um monte de mulher entra no blog e fala que adoraria fazer o que eu faço, mas não tem coragem; e dos homens escuto as confissões mais loucas e cada vez mais esse tabu do sexo é uma coisa besta”, avaliou.
Barreiras
Apesar da escolha em ser uma profissional do sexo, Gabriela não desistiu de seguir carreira acadêmica ou dar aulas após a conclusão do curso de letras. “Também quero dar aula, mas por hobby, e além disso também tem a questão financeira, porque dando aula hoje você quase não se sustenta”, analisou. “Acho que as duas coisas são difíceis de casar, é muito difícil que uma escola que sabe o que eu faço me permita trabalhar com eles, vou ter que derrubar barreiras”.
Ainda este ano, ela pretende se mudar para São Paulo, onde vai continuar trabalhando como garota de programa e acumulando um mestrado na Universidade de São Paulo (USP). “Cansei um pouco de São Carlos e agora quero outras coisas, tanto que o mestrado para o qual estou estudando é na USP, converso com alguns professores e quero pesquisar na área de prostituição ou fetiche”, considerou.
Esse tipo de assunto, segundo ela, já é seu objeto de estudo desde a adolescência. “Desde os 14 anos estudo o sadomasoquismo, que hoje está ficando mais popularizado com ajuda do livro ‘Cinquenta Tons de Cinza’, que é marginalizado para quem curte, mas abriu um leque para as pessoas que não conheciam”, explicou.
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Lola Benvenutti considerava sua virgindade um fardo
Interesse pelo sexo
O interesse precoce por sexo começou com uma vontade íntima de deixar de ser virgem, o que considerava ser um ‘fardo’. “Desde os 11 anos queria me livrar desse fardo, mas perdi a virgindade com 13 anos e a primeira vez foi péssima, com um homem de 30 anos que conheci pela internet”, relembrou.
No início, Gabriela ficou em dúvida sobre o prazer causado pelo sexo.“Não fiquei confortável, fiquei um tempo sem fazer pensando em como era possível as pessoas falarem tanto disso, mas aí depois de um tempo eu fui gostando e a percepção mudou”, revelou.
Segundo Gabriela, nunca houve um episódio em sua vida que despertasse um interesse incomum para sexo. “Todo mundo fica me perguntando qual foi o fato que desencadeou isso, eu respondo que nada, meus pais foram ótimos, tive uma ótima educação, entrei na faculdade direto, fiz uma boa universidade e só”, garantiu.
Relação com a família
Como a personagem Tieta, da obra de Jorge Amado, Lola causa alvoroço quando retorna para sua cidade natal, mas a relação com a a família atualmente é estável. “Eu não vou muito pra lá, sinto que toda vez que vou, levanto uma poeira de discórdia e os vizinhos ficam comentando. Minha mãe já desconfiava porque nunca pedia dinheiro para ela e a relação foi muito mais difícil porque ela se importa muito com o que os outros dizem, mas a gente se fala”, disse.
Com o pai, militar da reserva, há uma relação de respeito e separação entre Gabriela e Lola. “Meu pai ficou seis meses sem falar comigo, eu achei que fosse pra vida toda, mas aí teve a minha formatura e ele veio. Na ocasião, disse que a filha dele era a Gabriela, não a outra, deixando bem claro que não compactua com isso. Mas ele ficou do meu lado e acho ele um herói porque não me abandonou”, confessou.
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Gabriela Natália da Silva, ou Lola Benvenutti, se formou no curso de letras na UFScar
Fonte:
http://g1.globo.com/sp/sao-carlos-regia ... etras.html
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Não tem bunda nem coxas grossas, em resumo não bateria nem punheta por uma foto dela!
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
ahh, eu acho que ela tem uma bunda sim. O problema não é esse, o problema é que não tem GP para comer na cidade e ela, além de ter site e anúncios, assumiu tudo publicamente (trouxe o tema a tona).
Fez uma carreira meteórica.
É o pior que pode acontecer (para os clientes)... o assunto vira pauta (patroas vigilantes), mas não existe um lugar para ir comer, além das decadentes boates.
http://superquente.com/cidades/saocarlo ... a/lola.php aqui tem várias fotos dela
Fez uma carreira meteórica.
É o pior que pode acontecer (para os clientes)... o assunto vira pauta (patroas vigilantes), mas não existe um lugar para ir comer, além das decadentes boates.
http://superquente.com/cidades/saocarlo ... a/lola.php aqui tem várias fotos dela
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Uma articulista do UOL ainda tentou aprofundar o tema e promoveu uma enquete, cujo resultado é UM TAPA NA CARA DA SOCIEDADE, como diria o velho Datena:
http://reginanavarro.blogosfera.uol.com ... a-por-que/
http://reginanavarro.blogosfera.uol.com ... a-por-que/
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Também achei bem sem graça. Além de não ter onde pegar, ela é metida a pseudo-intelectual e dificilmente eu aguento mais do que um minuto de conversa com gente assim. Nem de graça, eu comeria.ZeitGeist escreveu:Não tem bunda nem coxas grossas, em resumo não bateria nem punheta por uma foto dela!
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
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Negócio é o seguinte: vocês estão é com inveja da menina, não podem ver uma mulher bonita, jovem, que estuda e sabe se expressar bem, inteligente e tal, que já ficam com complexo de inferioridade e daí começam a meter o pau. É o complexo de inferioridade entalado na cabeça.
Vejam a foto: quem disse que não há onde pegar?
Pode ser que essa daí por aqui arrume facinho um japonês cheio da grana e purpurine rapidinho. Pode ser que sim, pode ser que não.
Outra coisa, o estilo dela não é o da Bruna Surfistinha, ela tem muito mais instrução que a Surfistinha, ela escreve maravilhosamente bem.
Tomara que ela defenda a causa das putas e continue dando entrevistas. Tomara.
Negócio é o seguinte: vocês estão é com inveja da menina, não podem ver uma mulher bonita, jovem, que estuda e sabe se expressar bem, inteligente e tal, que já ficam com complexo de inferioridade e daí começam a meter o pau. É o complexo de inferioridade entalado na cabeça.
Vejam a foto: quem disse que não há onde pegar?
Pode ser que essa daí por aqui arrume facinho um japonês cheio da grana e purpurine rapidinho. Pode ser que sim, pode ser que não.
Outra coisa, o estilo dela não é o da Bruna Surfistinha, ela tem muito mais instrução que a Surfistinha, ela escreve maravilhosamente bem.
Tomara que ela defenda a causa das putas e continue dando entrevistas. Tomara.
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Re: Uma acompanhante contra o preconceito.
Troquei dois torpedos no final do ano com ela, após uma rápida pesquisa em (escassas) ''primas'' que atendiam na região, gostei da beleza facial e até dos seios naturais(raridade hoje em dia), na época me disse não estar em São Carlos e que voltaria no dia ''X'', como não sou residente da comuna supracitada, acabou não rolando... Honestamente não sei se perdi uma bimbada memorável ou me livrei de uma furada pois até então (e ainda assim creio eu) não havia nenhum TD registrado no tópico da cidade, não sendo um putanheiro de ''espirito empreendedor'' não gostando de arriscar, não sei porque acabei indo com a cara dela... Se comer eu posto!
Abraço confrades...

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