Por enquanto, a primeira imagem que me veio à mente, quando pensava sobre o assunto, é a que permanece, ou seja:
Aqui se reúnem putanheiros, GP's, agenciadores/as, pescadores, caçadores... e outros mentirosos ... (?)
SIM?
NÃO?
O rolo de papel higiênico em minha homenagem e lembrança, é uma honra. Mas isto me lembrou que, praticamente tudo o que estamos "partilhando" nestas trocas de idéias, é tão sólido quanto os rastros que deixamos na praia, quando andamos distraidamente olhando o mar.
Vem uma onda, e apaga tudo.
Só o que vai ficar, serão as lembranças...
Olha, não tenho nenhum problema em assumir que durante todos os anos de consumo de mulheres pagas, fui um pato sendo despenado, às vezes mais dolorosamente (caso das roubadas, muito bem lembrado pelo Ragazzo), e às vezes prazeirosamente. Neste último caso, o dinheiro, o tempo e a disposição investidos, rendem pelo menos a boa lembrança.
Se é caçada ou se somos caça, para mim está mais para
"ambos". É uma "troca". A GP é tanto caçadora como caça. Dela, estamos recebendo os melhores anos da vida dela... nesse sentido ela é caça... mas se ela consegue eficientemente nos tirar dinheiro e com esse dinheiro, forra-se para os anos vindouros, ou inicia alguma carreira melhor etc., então ela foi caçadora...
Quem leva vantagem na troca?
Só leva alguma vantagem na troca, quem consegue parar para refletir e, a partir daí, evolui. Tanto faz se é o cliente ou a GP que efetua essa reflexão, porque afinal somos todos seres humanos e presume-se que queremos todos evoluir...
Minha reflexão é de que,
sim, joguei dinheiro e tempo nessa atividade, e,
sim, poderia ter investido tempo e dinheiro de uma forma bem melhor. e,
NÃO, não me arrependo de assim ter feito, porque poderia ter jogado tempo e dinheiro em algo bem PIOR (drogas por exemplo). E,
SIM, acho que persistir em erro é burrice. E,
NÃO, não tenho certeza ainda do que é certo ou é errado neste complexo esquema das relações humanas onde cruzam as ruas do dinheiro, do sexo e da emoção.
