Que porra é essa de "rolou uma química"????

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Re: A tal da química

#91 Mensagem por Fodedor Municipal » 23 Nov 2015, 19:24

rapaz solitário 2 escreveu:Estamos reduzindo a puta a apenas um ser profissional. Mas, esquecemos que ela também é mulher, tem seus gostos e ela está trabalhando com algo íntimo que, normalmente, ela só faz com quem ela gosta. É diferente de outras profissões, ao meu ver. Assim sendo, a tal da química vai ajudar muito mais nesse caso a ela desempenhar um bom papel do que comparar com qualquer outro emprego comum.
Não concordo com isso... independente dos seus gostos, ela está trabalhando. Então tem que ser profissional. A não ser que ela dê desconto, cobre um valor menor dos clientes que ela trata mal. O que sabemos, não é o caso. Quer receber igual? Ok. Trate igual. Ou dê desconto. Simples assim.

Química é na vida pessoal. Na vida íntima da puta, ela escolhe com quem fica. Na vida profissional não, independente do nível de intimidade do trabalho. E se não consegue, tá na profissão errada. Vai procurar outra coisa pra fazer...

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Re: A tal da química

#92 Mensagem por MALEVO » 23 Nov 2015, 21:14

Está havendo uma grande confusão aí. Pode não haver química e a puta tratar bem o cliente. Uma coisa não elimina a outra.

O que pode acontecer também, mas muito raramente, é haver química e mesmo assim a puta tratar mal o cliente (não funcionou o emoticon, mas aqui deveria haver uma carinha dando gargalhadas). Já me aconteceu da puta ser uma antipática, a foda ser boa, a puta gozar e descer da cama reclamando, porque não deveria ter gozado devido aqueles motivos idiotas que as putas arranjam (tipo não queria perder energia ou por ser coisa que só deveria acontecer com o namorado) ou porque é uma chata mesmo.

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Re: A tal da química

#93 Mensagem por Ergon » 23 Nov 2015, 22:32

Bater a tal da química não é algo que se possa programar ou controlar. Claro que depende das duas partes, não apenas de uma. Exatamente por ser imprevisível, tal afinidade pode ocorrer até mesmo em um programa realizado profissionalmente, embora não seja de se esperar.

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Re: A tal da química

#94 Mensagem por rapaz solitário » 25 Nov 2015, 06:18

Quando eu falo de química, quero dizer no mesmo sentido de uma balada, onde os pretendentes ficam flertando um com o outro e os santos acabam se batendo. Em outras palavras, na putaria, pelo menos pra mim, química é quando rola empatia mútua e a puta não regula beijos, e eu curto muito dar uns beijos numa GP enquanto estou com ela, até porque esse envolvimento me ajuda mais a ficar excitado. Agora, até entendo que haja quem saia satisfeito de um programa triplo não e até diga que role "química" pela simpatia da garota. Mas, comigo, não é assim, não, pois nunca que eu daria positivo pra um TD triplo não e ainda considerar alguma química rolada por parte da garota comigo. Mas, cada um é cada um.

Quando o Fodedor fala que acha bizarro rolar química na putaria por conta da natureza dela, eu penso que ele se baseia muito na natureza da putaria advinda dos privês, onde o envolvimento é muito pouco. Mas repito que, pelo fato de nós pagarmos mais caro quando ficamos com uma garota de clínica ou freelancer, está no pacote um atendimento mais envolvente, e independente de profissionalismo, por se tratar de relação homem mulher, se houver um mínimo de desejo mútuo dos dois, vai ser melhor pra puta desempenhar o seu papel. E nem sempre precisa de vários atendimentos pra tal química rolar, pois insisto em achar que a putaria acaba sendo um tanto parecida com uma balada, onde se a puta ver o cliente e, somado ao profissionalismo, se ela se sentir a vontade com ele por não ser tão zoado fisicamente, não tenho dúvidas que isso vai ajudar a ela atender melhor o cara, isso se ela não tiver suas frescuras, independente do cliente ser o Tião Macalé ou algum galã de Hollywood.

Como eu já tinha escrito antes, o que eu espero é que as GPs atendam bem a todos e que não fiquem sendo seletivas, pois isso é óbvio que acontece. Só por conta dessa certeza de que existem putas que escolhem seus clientes, já torna um tanto relativa toda a nossa discussão aqui, pois há quem diga que tem puta que se importa com a beleza de um ou outro cliente e tem quem diga que é mera falta de profissionalismo dela. Mas, acho que não chegaremos a um consenso nunca.

Ah. E essa relação de não haver química e ter bom atendimento, e vice-versa, pra mim é meio contraditório. Mas, acho que entra o tal do profissionalismo, onde a puta não pisca o cu e molha a calcinha pelo cara, mas se esforça pra atender o cliente. Mas, se sem química o atendimento pode ser bom, com a tal da porra da química as chances do cliente sair muito mais satisfeito são maiores, ao meu ver.

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Re: A tal da química

#95 Mensagem por Fodedor Municipal » 25 Nov 2015, 15:42

rapaz solitário,

quando eu disse achar bizarro devido a natureza, não me referi a química em si, essa é ótima. Me referi a ser tratado "como um namorado". No meu entendimento, a relação sexual com uma namorada é mais carinhosa e menos hardcore. Rola mais beijos, abraços, carinhos e sorrisos do que um programa com putas. Principalmente se é a primeira vez ou vc saiu poucas vezes com a dita puta. E também entendo que nunca vai existir esse tipo de relação entre putas e clientes, pois, além do dinheiro pago para a mesma, ela não está com vc porque gosta pois, se fosse isso, não cobraria. E é por isso que eu acho bizarro, com putas, esperar por isso. Agora, como citei no post anterior, criando mais intimidade com a puta, vc vai conseguir mais coisas dela, como por exemplo, tempo para ficar junto e simpatia, e, consequentemente, se aproximar mais desse "tratamento de namorado". Se aproximar, nunca ser igual.

No meu entendimento, existe 03 tipos de putas:
1 - A que não simpatiza com vc: normalmente é mecânica e fria, cheia de "não me toques", quer pouco papo (iss oquando não quer só papo em vez de sexo) e reza para vc gozar o mais rápido possível. São as más profissionais;
2 - A que finge que simpatiza com vc: procura ser simpática e, mesmo não se entregando totalmente na cama, faz o possível para atender o máximo dos seus pedidos. É aquela GP que não te beija, mas deixa vc beijar. São as putas espertas, que sabem fazer dinheiro;
3 - A que simpatiza com vc: é aquela que "gosta" de sair com vc. Gosta sem deixar de cobrar, é claro. É aquela GP que, ao receber 2 ligações querendo marcar programa para o mesmo dia e horário, uma sua e outra de outro qualquer, combina com vc, dispensando o sicrano. É a GP que não espera vc pedir beijo, te beija. Normalmente, é a puta na qual "rola química"...

A puta do tipo 3, apesar de não ser impossível, é mais difícil encontrar no "primeiro programa". Muitas vezes, são putas do tipo 2 que, após vc repetir algumas vezes, ganham mais confiança em vc e a simpatia aumenta. Consequentemente, a chance de rolar a tal "química", é maior.

Acredito que exista uma mobilidade maior de positividade (tipo 1 virar tipo 2 e tipo 2 virar tipo 3) com o aumento de repetecos. Agora, é óbvio, que ninguém vai sair com putas do tipo 1, chatas, e vai querer repetir (com exceção, para alguns, das estupidamente gostosas). Muito menos, pagar por programas mais longos. Com isso, são as putas "tipo 2" que, com os repetecos, vc vai adquirindo a confiança e a simpatia da mesma e conseguindo, gradativamente, algo mais, até chegar a "química" esperada e que torne, para vc, o programa satisfatório.

E é claro que as putas tipo 3 também podem regredir e virar tipo 2 ou mesmo o tipo 1. Eu mesmo, conheci uma GP, que, no inicio, era o tipo 2. Fui saindo várias vezes com ela, fiz algumas pernoites, e a química, naturalmente foi rolando, a ponto da puta já saber exatamente o que eu queria dela nos programas, sem eu precisar pedir. Atingiu o nível 3. Mas, infelizmente, depois de um tempo, conheceu um cliente, cheio da grana, que queria levar ela embora e estava controlando as saídas dela. Não fazia mais pernoite, não queria mais beijar e os programas começaram a ser na correria. No caso, foi devido a um "boi", mas ela regrediu do 3 para o 1...

Então, no meu ponto de vista, esperar por essa "química" já no primeiro encontro, é criar uma expectativa que só vai causar decepção. Toda puta pode te fazer gozar. Mas, a química, não é com toda puta e nem acontece a qualquer momento...

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Re: A tal da química

#96 Mensagem por Fred AG » 25 Nov 2015, 18:41

Amigo Fudedor Municipal, achei sensacional sua análise, concordo com vc, são exatamente esses os tipos...no entanto, tenho q confessar, comigo já aconteceu de encontrar uma gp tipo 3 logo de primeira...mas acontece q a puta queria um namorado, não um cliente, esse foi o erro dela comigo, saímos 3x, 2 delas no meu aptº, na ultima vez nem me cobrou...mas eu tô em outra pegada, por isso cortei o contato com ela, já que a putaria tava se confundindo com sentimento na cabeça dela e jamais namoraria uma puta nem uma ex-puta...abraço a todos.

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Re: A tal da química

#97 Mensagem por Comedor da ZN » 25 Nov 2015, 18:54

Código: Selecionar todos

Amigo Fudedor Municipal, achei sensacional sua análise, concordo com vc, são exatamente esses os tipos...no entanto, tenho q confessar, comigo já aconteceu de encontrar uma gp tipo 3 logo de primeira...mas acontece q a puta queria um namorado, não um cliente, esse foi o erro dela comigo, saímos 3x, 2 delas no meu aptº, na ultima vez nem me cobrou...mas eu tô em outra pegada, por isso cortei o contato com ela, já que a putaria tava se confundindo com sentimento na cabeça dela e jamais namoraria uma puta nem uma ex-puta...abraço a todos
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Acho que já aconteceu com quase todo mundo, mas é raro. Comigo ocorreu, e em locais que eu menos esperava: uma boate trash perto da facul, e em um privê. Eram GPs novinhas que estavam começando, mas que infelizmente sumiram sem deixar rastros. Como na época eu saia pouco com putas, sequer consegui fazer um repeteco.

Geralmente, funciona como o fodedor municipal relatou mesmo.

O curioso é que hoje mesmo saindo com mais frequencia, tenho dificuldade de encontrar o tipo 3., mas não acho dificil encontrar as do tipo 2. Acho que são a maioria.

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Re: A tal da química

#98 Mensagem por rapaz solitário » 26 Nov 2015, 15:50

Eu concordo com essa análise geral do Fodedor quanto aos tipos de putas que existem no mercado. Mas, insisto: no começo do seu texto, quando você falou de "esse tipo de relação com as putas", eu não estou querendo dizer que uma puta tenha que ser igual a uma namorada de fato. Se fosse, seria ótimo, seja no primeiro encontro ou nos seguintes. Eu estou falando de, pelo menos, não regular beijos. Acho que quando eu falo de química, estou falando de algo mais abrangente, e é claro que aquela coisa de xamego, carinho e tudo mais também é muito bom. Mas, comparo novamente com a balada, onde o cara encontra a garota, o santo de ambos batem e eles se dão uns amassos. Tipo isso. Isso também pode acontecer na putaria, e se a puta for com a cara do cliente, significaria que o cara poderia ser um dos tipos que ela daria de graça numa balada, mas não o fará porque está trabalhando, e assim, une o útil ao agradável. Mas, que não pensemos que o cara pra quem ela daria de graça na balada só seja boy magia, pois de repente ela não seja assim tão exigente a ponto de dispensar alguém não tão boy magia assim e que também frequenta puteiros. Quando você pega alguém na balada, pode rolar química e nem por isso a menina é sua namorada. O mesmo pode ser levado pra putaria. Acho que a palavra química está sendo muito interpretada como "amor", e amor é óbvio que nunca receberemos de puta. Talvez, a palavra mais adequada aqui seja TESÃO.

Quanto aos tipos de puta, já peguei do tipo 3, mas não no sentido de paixonite e coisa do tipo, mas no sentido de garota que se entrega na transa, e não foram necessárias várias idas ao encontro dela pra gerar tal empatia. Creio que a maioria das meninas com quem eu fiquei sejam do tipo 2, mas as do tipo 1 estão predominando no mercado, ultimamente.

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Re: A tal da química

#99 Mensagem por Fodedor Municipal » 26 Nov 2015, 16:24

Humm... então a química a qual vc se referia era apenas tesão?

Pô! Então é fácil ter química por diversas putas. Eu mesmo, conheço algumas putas, do tipo 1 mesmo, chatas, que, vestidas, já me deixam de pau duro. Quando tiram a roupa então, o pau chega a doer de tanto tesão. O problema é o atendimento. Como são cheias de frescuras e não querem fazer nada, preciso ficar inventando alternativas para não broxar, como pedir para a puta desfilar pelada enquanto eu bato uma punheta ou, então, me concentrar no filme pornô que tá rolando na tela (em caso de motéis)...

E, dependendo do cara, basta ver uma mulher pelada para quase gozar. Nesses casos, a tal da química é simples de atingir. Talvez por isso, vejo tanto TD positivo para puta ruim de cama, fria, apesar de muito gostosa...

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Re: A tal da química

#100 Mensagem por rapaz solitário » 26 Nov 2015, 22:53

Fodedor Municipal escreveu:Humm... então a química a qual vc se referia era apenas tesão?

Pô! Então é fácil ter química por diversas putas. Eu mesmo, conheço algumas putas, do tipo 1 mesmo, chatas, que, vestidas, já me deixam de pau duro. Quando tiram a roupa então, o pau chega a doer de tanto tesão. O problema é o atendimento. Como são cheias de frescuras e não querem fazer nada, preciso ficar inventando alternativas para não broxar, como pedir para a puta desfilar pelada enquanto eu bato uma punheta ou, então, me concentrar no filme pornô que tá rolando na tela (em caso de motéis)...

E, dependendo do cara, basta ver uma mulher pelada para quase gozar. Nesses casos, a tal da química é simples de atingir. Talvez por isso, vejo tanto TD positivo para puta ruim de cama, fria, apesar de muito gostosa...
Cara, quando eu falo tesão, é das putas com o cliente. De nós termos tesão por elas é o mínimo que se pode esperar num programa, talvez por este ser um dos motivadores de nossas escolhas por elas. Eu estou mudando a palavra química por tesão por ver que você tá interpretando muito a tal química com amor, e não é dessa forma que eu vejo. Por isso que eu sempre comparo putaria com balada, ou até com baile funk, que é putaria pura, ou com a mocinha safada do bairro que é sedenta por sexo é molha só de pensar na coisa. Não falo da puta ter química no sentido de ter amor por você, mas dá vontade de você querer fazer sexo com ela seja, ao menos, um pouco recíproca. Mesmo que, no geral, a cabeça da mulher funcione diferente, tem as safadas que são visuais ou que realmente curtem sexo. Será que eu consegui ser mais claro, agora?

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Re: A tal da química

#101 Mensagem por Fodedor Municipal » 27 Nov 2015, 15:25

Calma rapaz solitário, sou burrinho, mas nem tanto :roll: :lol: :lol:

O que vc quer, é o que eu tratei anteriormente. Ser tratado como "namorado". Teoricamente, mulheres fazem sexo com seus namorados, por sentirem tesão por eles. E olha que muitas, dependendo da situação, fazem sem ter tesão, só para manter o relacionamento...

Homens precisam se excitar, sentir tesão, para fazer sexo. Se o pau não endurece, tem os caras que enganam, só fazendo sexo oral ou "dedando" a mulher. Mas o sexo em si, não se consome. Em um programa então, se o pau não sobe, já era, perdeu o dinheiro. Mulheres são diferentes. O sexo se consome, mesmo elas não tendo tesão algum pelo cara que tá ali com ela. Muitas, nem interagem, só abrem a perna e deixa o cara socar até gozar. Simples assim. Mulher não é homem. Não fica molhada só de ver um pauzudo pelado. Precisa do toque, da atitude, de uma série de condições que o homem tem que lhe propiciar, para ficar excitada. Agora imagine uma puta, que atende diversos caras, no mesmo dia, em programas de 40 minutos/1 hora. A chance dela se excitar é mínima. Até porque nenhum cliente é louco de ficar perdendo tempo tentando excitar a puta. O cara precisa se concentrar e gozar, aproveitar o máximo do tempo possível, pois o tempo passa e, com certeza, 90% das putas não vão te dar uns minutos a mais só porque "vc tentou fazê-la gozar"...

Então, se é isso que vc procura, o tesão nas putas que te atendem, infelizmente caro colega, vai se frustrar ainda em muitos programas. Por isso que, quando falei anteriormente, em repetecos e programas longos, é porque tava imaginando isso, que vc quer que as putas sintam tesão por vc. Mulher precisa de intimidade para se excitar. Se sentir segura e confortável ao lado de alguém que ela acha confiável e agradável. E te garanto: a maioria dos clientes não pode passar essa sensação para putas. Nem tanto pelo o que eles são, mas sim, pela natureza da putaria, que tem tempo cronometrado e um valor muitas vezes alto envolvido onde, quem tem mais coisas a perder, é o cliente...

Isso não quer dizer que, pela puta não se excitar e, consequentemente, não gozar, vai fazer necessariamente, um programa ruim. Por isso citei, naquele post anterior, as putas tipo 2. São as espertas, que enganam bem, algumas, inclusive, são tão boas nisso, que conseguem fazer clientes acreditarem que elas estão gozando. Faz parte do bom trabalho de uma puta, um bom teatro. E, as putas tipo 2, são esse caso clássico. Como fingem de forma convincente, dão a impressão, para o cliente, que gostaram do mesmo. E são as que, devido a isso, mais fazem repetecos, mais são elogiadas aqui no fórum e mais ganham dinheiro, que é o objetivo real delas na putaria. Por isso são espertas. E o cliente esperto, é aquele que não se preocupa se a puta gozou ou não, mas se preocupa se o tesão dele foi intenso e bom...

E não estou generalizando. Claro que existem putas que se excitam e até gozam com o cliente A ou B. Mas uma minoria, por isso, são as exceções. Portanto, a chance de vc encontrar (e, devido aos seus gostos, se frustrar) putas que não se excitam ou gozam verdadeiramente, é incontavelmente maior...

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Re: A tal da química

#102 Mensagem por rapaz solitário » 29 Nov 2015, 15:49

Eu quero ser tratado como o boy magia da balada que a menina vai dar bola, querer beijar e sair pra foder de graça. É dessa química que eu estou falando, ou tesão, como seja. Isso não se restringe aos namorados e casados; não precisa amor pra tal da química rolar, pois os indivíduos se encontram na balada e fodem e a tal da química rola. Mas, pedir que eu seja tratado igual por todas mulheres e putas igual elas tratariam a todo tipo de caras e clientes parece ser pedir demais, o que sempre vai corroborar que a beleza, em um momento ou outro, vai importar. Ai, entra o tal do profissionalismo das putas tipo 2 que você fala, as do tipo "me engana que eu gosto".

E segue o jogo.

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Re: A tal da química

#103 Mensagem por rapaz solitário » 01 Dez 2015, 20:49

rapaz solitário 2 escreveu:Eu quero ser tratado como o boy magia da balada que a menina vai dar bola, querer beijar e sair pra foder de graça. É dessa química que eu estou falando, ou tesão, como seja. Isso não se restringe aos namorados e casados; não precisa amor pra tal da química rolar, pois os indivíduos se encontram na balada e fodem e a tal da química rola. Mas, pedir que eu seja tratado igual por todas mulheres e putas igual elas tratariam a todo tipo de caras e clientes parece ser pedir demais, o que sempre vai corroborar que a beleza, em um momento ou outro, vai importar. Ai, entra o tal do profissionalismo das putas tipo 2 que você fala, as do tipo "me engana que eu gosto".

E segue o jogo.
Dando os melhores exemplos que eu tive na putaria nessa questão de química, vão ai alguns relatos:

Ellen Santos:

Pra quem é de SP, deve conhecer essa baixinha. Infelizmente, eu conheci ela no final da carreira de puta dela, sendo que ela começou em 2009 e eu fui me cadastrar aqui no fórum em 2010 e até Março de 2012 ela ainda atendia, mas só fui descobrir o ótimo atendimento dela no final de 2011 e ainda tive oportunidade de ficar 3 vezes com ela, mas queria ter ficado mais vezes. Ela eu tenho certa dificuldade de classificar como tipo 2 ou 3, pois eu notava certo PPP e profissionalismo nela, mas uma coisa que era notório é que ela gostava da coisa. Dizia ser advogada e que estava tentando virar delegada e o possível destino seria Minas Gerais. Na época, aparentava ter entre 32 e 35 anos mas uma baixinha bonita, com cara de Madonna e gostosa. Embora ela tenha me feito passar uma puta vergonha ao ficar com ela pela primeira vez, vinda de um atendimento com um jumento que a arrombou o cu e me fez sentir pequeno e também ratificou que estava no negócio pela grana e foda-se a qualidade do produto que ela vai entregar ao cliente, uma vez que já devia ter gozado horrores e bastava ir pra casa, ela sempre foi carinhosa e solícita comigo, e em vez de deixar beijar, ela vinha até mim me beijar calorosamente e ficava molhada. Ela realmente gostava da coisa, ou rolava muita química comigo, me elogiando e tal, embora a gente sempre fique com um pé atrás com esses elogios. Mas, se ela veio me falar que achava o Neymar bonito, vai ver ela realmente via alguma coisa em mim... kkkk O problema meu com ela foi que, ainda na época, eu era muito chato e encanado com a putaria, e na última vez que eu fiquei com ela eu falei algo que visivelmente a deixou chateada e acho que isso motivou ela a me dar uma pisada de bola numa quarta tentativa de ficar com ela, ou é mera impressão minha, pois lembro de ter oportunidade de agendar pra uma data, mas por receios resolvi agendar pra uma data mais posterior e coincidiu com a mensagem dela de que havia abandonado a putaria. Conforme informações de uma freelancer com quem eu fiquei, parece que ela se casou e virou evangélica. Apesar dos pesares, foi uma das melhores GPs com quem eu tive oportunidade de ficar, pois na maior parte do tempo o sexo com ela era muito bom, e se eu fosse mais ligeiro na época, teria aproveitado muito mais o tempo com ela, pois ela notava que eu era meio travado e me incentivava a ser mais safado com ela. Creio que puta burocrática e que não curta sexo não faria esse tipo de coisa, ou engana muito bem;

Melissa Sayuri:

Também com dificuldade de classificar entre tipo 2 e tipo 3, e esta parece que purpurinou, também, visto isso no tópico dela, recentemente, onde diz que só atenderá caras mais chegados, tentei ligar pra ela, mas ela não atende, o que parece significar que eu estou fora da lista de amigos dela. Fiquei com ela de 6 a 7 vezes com ela. Não digo que ela é um primor de beleza, mas longe de ser feia e tem um corpo legal pra uma mestiça de japonesas, com belas coxas e bunda. No que tange beijos é que eu achava o ponto fraco dela, e não era só eu quem reclamava, onde parecia que ela só abria a boca e pouco movia a lingua, ou ela que não queria me beijar, mesmo. Mas, fora isso, era um ótimo atendimento, com barba, cabelo e bigode e sempre regado a um bom papo, coisa que nem dá pra esperar de toda puta. Tive uns desentendimentos com ela, mas depois normalizou e fiquei mais uma vez com ela. Também considero como uma das que eu mais gostava de sair, embora eu a deixei abaixo da Ellen Santos, mas além de um bom sexo, era uma boa companhia;

Sabrina Fantinati:

Outra purpurinada e de ótimo atendimento. Algo entre tipo 2 e tipo 3, também. Pro meu gosto, muito bonita, sendo uma moça com cara de italiana do sul, pele morena clara, olhos expressivos, um tanto alta e belo corpo. Atendimento triplo sim, sem regulagem pra beijos e sem frescuras e um cu que adorava rola, com ela gemendo e ficando molhada só de ficarem passando a lingua ou roçando o pau no cu dela. Acho que no conjunto beleza e atendimento, foi a melhor com quem eu fiquei até hoje. Há um consenso de que toda puta mente, mas pelo menos no caso dela, parecia ser se não a, uma das que menos mentia, pra não dizer que era das mais honestas. Pouco ou praticamente não notava PPP nela e sempre agradável e atenciosa durante o programa. Mas, ficava claro que ela curtia um sexo, mas era exigente quanto ao tamanho da ferramenta. Ela parecia ser um dos casos de puta que não estava nem ai de ter seu cu arrombado por um jegue, pois curtia quicar num gigante, apesar de falava que "gostava do grande e de um menor", mas duvido que quem goste de um grande vai gostar de um médio ou pequeno. Enfim... Também fui conhecer ela mais pro final de carreira dela e só fiquei 3 vezes. Poderia ter ficado uma quarta, mas ela disse que tinha se acidentado de moto e estava com o braço com tipóia e que não poderia fazer algumas posições e eu decidi cancelar o programa por achar que dificultaria ele, mas eu devia era ter ido e aproveitar, pois logo depois ela purpurinou. Deixa saudades, pois nesse meio de putas gananciosas, ela era uma que se sobressaia com um atendimento bom e honesto, e deixou uns ai de cabeça virada. Vai que ela retorna com essa crise? Ela é nova e ainda deve estar toda gostosa;

Paty:

Uma menina de clínica, das mais bonitas com quem eu fiquei, baixinha e magrinha, meu número. E, além de bonita, safada. Curtia uma rola e não tinha muita frescura, salvo que diziam que ela fazia anal e até fez dupla penetração na clínica, mas se recusou a fazer anal comigo, dizendo que "comeram o cu dela e estava traumatizada", mas ao final do programa, ficou dedilhando o cu rosinha dela... Isso eu interpretei como uma das frases que falam aqui que "cu se conquista". Ela fazia anal, sim, mas eu que não soube cativá-la a fazer, pois duvido que ela não fazia anal. Nem toda puta você pede secamente o cu e elas dão, e eu acho que eu deveria ficar roçando meu pau no cu dela, metendo o dedo ou, se estivesse limpo, até meter a língua pra deixá-la mais a vontade, mas não fiz. Fora isso, beijos safados mouth fuck e porra na boca, com muita disposição dela. Disseram que também se casou com cliente. Quanto BOP nesse planeta... Tinha um pouco de PPP, mesmo sendo novata na putaria, mas tinha tendências de tipo 3 porque gostava da putaria;

Sabrina Japa:

Outra Sabrina, garota de clínica. Essa é o exemplo de garota que o Fodedor disse sobre você ir pegando intimidade com ela conforme ia ficando mais com ela e pegando vínculo, começando do tipo 1 e, comigo, ficando entre um tipo 2 e 3. Ela era tida como uma égua meio xucra no começo de carreira dela na putaria, mas a gerência da casa foi tomando as rédeas dela e ela foi amansando, e comigo a coisa foi evoluindo tanto que ela até me chamava de marido e eu a chamava de esposinha, mas na brincadeira, sem BOPismo. Fiquei umas 6 vezes com ela e não era um sexo completo, mas era um bom duplo sim e com uma boa intimidade entre a gente. Tal intimidade facilitava que eu finalizasse oral na boca dela, pois ela sentia confiança em mim, mas é claro que eu não era o único que fazia isso com ela, mas parecia que ela não deixava qualquer um fazer isso, já que ela elogiava minha higiene e isso a deixava mais segura (palavras dela);

Mais uma Sabrina:

Tenho boa relação com Sabrinas... Essa ai foi uma branquinha de outra clínica, toda com jeito de sonsa e tímida, mas surpreendente na cama, e me fez gozar que nem coelho e continuar de pau duro, tamanho o tesão que ela me deixou. Ela parecia unir o fato de gostar de rola com a necessidade financeira que ela tinha, tendo que alimentar as crias dela. Só fiquei uma vez com ela, mas poderia ter ficado mais, pois era uma foda deliciosa com ela. Não era tão bonita, tinha um corpo legal, beijos safados, uma boca gulosa e muita safadeza;

Enfim, acho que poderia dar mais exemplos, mas dou exemplos de excelentes fodas que eu tive nessa carreira de putanheiro. Dessas, destaco a Ellen Santos, Sabrina Fantinati, a Paty e a última Sabrina. Se tivéssemos mais putas como elas, estaríamos satisfeitos, mas estão fazendo falta. Ou elas até existem, mas são seletivas. Pode ser que tanto a safadeza natural delas como uma pitada de profissionalismo tenha ajudado a criar uma espécie de selo de qualidade no atendimento delas. Independente disso, putas como elas me fazem falta, e creio que a mais putanheiros, também.

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Re: A tal da química

#104 Mensagem por rapaz solitário » 01 Dez 2015, 22:08

rapaz solitário 2 escreveu:
rapaz solitário 2 escreveu:Eu quero ser tratado como o boy magia da balada que a menina vai dar bola, querer beijar e sair pra foder de graça. É dessa química que eu estou falando, ou tesão, como seja. Isso não se restringe aos namorados e casados; não precisa amor pra tal da química rolar, pois os indivíduos se encontram na balada e fodem e a tal da química rola. Mas, pedir que eu seja tratado igual por todas mulheres e putas igual elas tratariam a todo tipo de caras e clientes parece ser pedir demais, o que sempre vai corroborar que a beleza, em um momento ou outro, vai importar. Ai, entra o tal do profissionalismo das putas tipo 2 que você fala, as do tipo "me engana que eu gosto".

E segue o jogo.
Dando os melhores exemplos que eu tive na putaria nessa questão de química, vão ai alguns relatos:

Ellen Santos:

Pra quem é de SP, deve conhecer essa baixinha. Infelizmente, eu conheci ela no final da carreira de puta dela, sendo que ela começou em 2009 e eu fui me cadastrar aqui no fórum em 2010 e até Março de 2012 ela ainda atendia, mas só fui descobrir o ótimo atendimento dela no final de 2011 e ainda tive oportunidade de ficar 3 vezes com ela, mas queria ter ficado mais vezes. Ela eu tenho certa dificuldade de classificar como tipo 2 ou 3, pois eu notava certo PPP e profissionalismo nela, mas uma coisa que era notório é que ela gostava da coisa. Dizia ser advogada e que estava tentando virar delegada e o possível destino seria Minas Gerais. Na época, aparentava ter entre 32 e 35 anos mas uma baixinha bonita, com cara de Madonna e gostosa. Embora ela tenha me feito passar uma puta vergonha ao ficar com ela pela primeira vez, vinda de um atendimento com um jumento que a arrombou o cu e me fez sentir pequeno e também ratificou que estava no negócio pela grana e foda-se a qualidade do produto que ela vai entregar ao cliente, uma vez que já devia ter gozado horrores e bastava ir pra casa, ela sempre foi carinhosa e solícita comigo, e em vez de deixar beijar, ela vinha até mim me beijar calorosamente e ficava molhada. Ela realmente gostava da coisa, ou rolava muita química comigo, me elogiando e tal, embora a gente sempre fique com um pé atrás com esses elogios. Mas, se ela veio me falar que achava o Neymar bonito, vai ver ela realmente via alguma coisa em mim... kkkk O problema meu com ela foi que, ainda na época, eu era muito chato e encanado com a putaria, e na última vez que eu fiquei com ela eu falei algo que visivelmente a deixou chateada e acho que isso motivou ela a me dar uma pisada de bola numa quarta tentativa de ficar com ela, ou é mera impressão minha, pois lembro de ter oportunidade de agendar pra uma data, mas por receios resolvi agendar pra uma data mais posterior e coincidiu com a mensagem dela de que havia abandonado a putaria. Conforme informações de uma freelancer com quem eu fiquei, parece que ela se casou e virou evangélica. Apesar dos pesares, foi uma das melhores GPs com quem eu tive oportunidade de ficar, pois na maior parte do tempo o sexo com ela era muito bom, e se eu fosse mais ligeiro na época, teria aproveitado muito mais o tempo com ela, pois ela notava que eu era meio travado e me incentivava a ser mais safado com ela. Creio que puta burocrática e que não curta sexo não faria esse tipo de coisa, ou engana muito bem;

Melissa Sayuri:

Também com dificuldade de classificar entre tipo 2 e tipo 3, e esta parece que purpurinou, também, visto isso no tópico dela, recentemente, onde diz que só atenderá caras mais chegados, tentei ligar pra ela, mas ela não atende, o que parece significar que eu estou fora da lista de amigos dela. Fiquei com ela de 6 a 7 vezes com ela. Não digo que ela é um primor de beleza, mas longe de ser feia e tem um corpo legal pra uma mestiça de japonesas, com belas coxas e bunda. No que tange beijos é que eu achava o ponto fraco dela, e não era só eu quem reclamava, onde parecia que ela só abria a boca e pouco movia a lingua, ou ela que não queria me beijar, mesmo. Mas, fora isso, era um ótimo atendimento, com barba, cabelo e bigode e sempre regado a um bom papo, coisa que nem dá pra esperar de toda puta. Tive uns desentendimentos com ela, mas depois normalizou e fiquei mais uma vez com ela. Também considero como uma das que eu mais gostava de sair, embora eu a deixei abaixo da Ellen Santos, mas além de um bom sexo, era uma boa companhia;

Sabrina Fantinati:

Outra purpurinada e de ótimo atendimento. Algo entre tipo 2 e tipo 3, também. Pro meu gosto, muito bonita, sendo uma moça com cara de italiana do sul, pele morena clara, olhos expressivos, um tanto alta e belo corpo. Atendimento triplo sim, sem regulagem pra beijos e sem frescuras e um cu que adorava rola, com ela gemendo e ficando molhada só de ficarem passando a lingua ou roçando o pau no cu dela. Acho que no conjunto beleza e atendimento, foi a melhor com quem eu fiquei até hoje. Há um consenso de que toda puta mente, mas pelo menos no caso dela, parecia ser se não a, uma das que menos mentia, pra não dizer que era das mais honestas. Pouco ou praticamente não notava PPP nela e sempre agradável e atenciosa durante o programa. Mas, ficava claro que ela curtia um sexo, mas era exigente quanto ao tamanho da ferramenta. Ela parecia ser um dos casos de puta que não estava nem ai de ter seu cu arrombado por um jegue, pois curtia quicar num gigante, apesar de falava que "gostava do grande e de um menor", mas duvido que quem goste de um grande vai gostar de um médio ou pequeno. Enfim... Também fui conhecer ela mais pro final de carreira dela e só fiquei 3 vezes. Poderia ter ficado uma quarta, mas ela disse que tinha se acidentado de moto e estava com o braço com tipóia e que não poderia fazer algumas posições e eu decidi cancelar o programa por achar que dificultaria ele, mas eu devia era ter ido e aproveitar, pois logo depois ela purpurinou. Deixa saudades, pois nesse meio de putas gananciosas, ela era uma que se sobressaia com um atendimento bom e honesto, e deixou uns ai de cabeça virada. Vai que ela retorna com essa crise? Ela é nova e ainda deve estar toda gostosa;

Paty:

Uma menina de clínica, das mais bonitas com quem eu fiquei, baixinha e magrinha, meu número. E, além de bonita, safada. Curtia uma rola e não tinha muita frescura, salvo que diziam que ela fazia anal e até fez dupla penetração na clínica, mas se recusou a fazer anal comigo, dizendo que "comeram o cu dela e estava traumatizada", mas ao final do programa, ficou dedilhando o cu rosinha dela... Isso eu interpretei como uma das frases que falam aqui que "cu se conquista". Ela fazia anal, sim, mas eu que não soube cativá-la a fazer, pois duvido que ela não fazia anal. Nem toda puta você pede secamente o cu e elas dão, e eu acho que eu deveria ficar roçando meu pau no cu dela, metendo o dedo ou, se estivesse limpo, até meter a língua pra deixá-la mais a vontade, mas não fiz. Fora isso, beijos safados mouth fuck e porra na boca, com muita disposição dela. Disseram que também se casou com cliente. Quanto BOP nesse planeta... Tinha um pouco de PPP, mesmo sendo novata na putaria, mas tinha tendências de tipo 3 porque gostava da putaria;

Sabrina Japa:

Outra Sabrina, garota de clínica. Essa é o exemplo de garota que o Fodedor disse sobre você ir pegando intimidade com ela conforme ia ficando mais com ela e pegando vínculo, começando do tipo 1 e, comigo, ficando entre um tipo 2 e 3. Ela era tida como uma égua meio xucra no começo de carreira dela na putaria, mas a gerência da casa foi tomando as rédeas dela e ela foi amansando, e comigo a coisa foi evoluindo tanto que ela até me chamava de marido e eu a chamava de esposinha, mas na brincadeira, sem BOPismo. Fiquei umas 6 vezes com ela e não era um sexo completo, mas era um bom duplo sim e com uma boa intimidade entre a gente. Tal intimidade facilitava que eu finalizasse oral na boca dela, pois ela sentia confiança em mim, mas é claro que eu não era o único que fazia isso com ela, mas parecia que ela não deixava qualquer um fazer isso, já que ela elogiava minha higiene e isso a deixava mais segura (palavras dela);

Mais uma Sabrina:

Tenho boa relação com Sabrinas... Essa ai foi uma branquinha de outra clínica, toda com jeito de sonsa e tímida, mas surpreendente na cama, e me fez gozar que nem coelho e continuar de pau duro, tamanho o tesão que ela me deixou. Ela parecia unir o fato de gostar de rola com a necessidade financeira que ela tinha, tendo que alimentar as crias dela. Só fiquei uma vez com ela, mas poderia ter ficado mais, pois era uma foda deliciosa com ela. Não era tão bonita, tinha um corpo legal, beijos safados, uma boca gulosa e muita safadeza;

Enfim, acho que poderia dar mais exemplos, mas dou exemplos de excelentes fodas que eu tive nessa carreira de putanheiro. Dessas, destaco a Ellen Santos, Sabrina Fantinati, a Paty e a última Sabrina. Se tivéssemos mais putas como elas, estaríamos satisfeitos, mas estão fazendo falta. Ou elas até existem, mas são seletivas. Pode ser que tanto a safadeza natural delas como uma pitada de profissionalismo tenha ajudado a criar uma espécie de selo de qualidade no atendimento delas. Independente disso, putas como elas me fazem falta, e creio que a mais putanheiros, também.

Ah. Faltou eu citar uma garota que também purpurinou recentemente, de nome Grazy, de uma clínica da ZS. Dizia ser descendente de russos - se era verdade, vai saber - e gaúcha, mas não tinha sotaque. Mas tinha todo perfil europeu, sendo loira, olhos azuis, e um rosto que eu julgo bonito, mas sendo um pouquinho cheinha, mas não era gorda, quase chubby. Mas de uma simpatia e atenção dentre poucas que eu vi por ai. Triplo sim, não tinha frescuras comigo e sempre atenciosa. Essa eu acho que se encaixa bem no sentido profissional da coisa, mas não uma profissa burocrática, pois ela é do tipo que atende muitíssimo bem e faz parecer que te curte, tanto que é pros mais incautos tomarem cuidado em não BOPar com ela. Via o cliente na recepção, lembrava dele com alegria, dava selinho, pegava na mão, dava cartão personalizado com o telefone dela... O incauto se sente desejado pela moça, mas é notório que ela apenas está fazendo o que toda profissional deveria fazer, que é tratar bem o cliente e cativá-lo, e fazia isso com um serviço completo.

Enfim... Exemplos de putas que eu curti bastante e gostaria que existissem mais tipos como elas. Ainda há algumas no mercado, mas por estarem em atividade, não vou citar nomes e fazer propaganda, mas são poucas e uma delas resolveu inflar o preço e diminuir o tempo de atendimento, contrariando a tal "crise", que pra elas está meio relativa... Algumas delas tanto teve o tal profissionalismo, mas também teve as que gostavam da fodelança e rolou a tal química que eu venho tanto falando aqui.

É isso.

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Re: A tal da química

#105 Mensagem por rapaz solitário » 07 Dez 2015, 08:40

Em resumo: citei acima alguns exemplos de garotas que eu curtia muito uma transa, e ao que me parecia, havia tanto o lado do profissionalismo, de atender bem o cliente, a quimica, tanto pela atração física quanto a química adquirida com os tempos de atendimento e a intimidade adquirida por tal e, no caso de algumas, era a safadeza delas mesmo, em destaque a Ellen Santos. Isso nos remete a um tópico criado a pouco tempo que fala sobre as putas de hoje não mais fidelizarem seus clientes. Se a Ellen fazia um excelente atendimento de forma proposital, pelo profissionalismo, até pode ser. Mas algo que era fato é que ela gostava de sexo, embora um cara com quem eu já falei e disse que ficou com ela por indicação de outra freela disse que ela tinha sido muito frio com ele, uma vez, e não sei se ele chegou a postar o TD com ela. Unanimidade é burra, diz o ditado, então, não me surpreende, mas fica a sensação maior da safadeza da purpurinada. E isso acaba ajudando na criação de atendimentos fantásticos, só que está cada vez mais difícil achar GPs desse naipe, que realmente gostem da coisa. Bem, dizia ela (ai, cabe ponderar se é verdade ou não) que tinha muito gosto por sexo, que se masturbava com frequência e tal, e ela era uma mulher que era um tanto carente e não tinha parceiro fixo e aproveitava os TDs pra saciar suas carências. Pode ter sido parte do script dela falar essas coisas mas, pra quem ficou com ela e lembra dos seus relatos postados aqui, sabe que a Ellen, se não era unanimidade, era quase isso. Como o Fodedor classificou, há os 3 tipos de putas e algumas variações dentre esses três tipos, e imagino que a Ellen era mais pro tipo 3 que o 2.

E, tomando ela como maior exemplo, além das outras que eu citei que também servem de exemplo a "tal da química" que eu tanto falo consiste naquilo que alguns, provavelmente, já relataram em alguns posts por aqui, que é a máxima que o beijo vai entregar se o atendimento será bom ou não, e não precisa ser nenhum namorado ou amante pra puta fazer isso contigo, pois como eu já citei, tem o exemplo das baladas em que pessoas que não se conhecem se pegar de tudo quanto é jeito. O Malevo falou sobre poder existir a química e o atendimento não ser, necessariamente, triplo sim, e vice-versa. Bem, pode ser. Concordo que um atendimento pode ser bom, sem que a GP beije o cara o coisas do tipo. Mas, pra mim, é algo que eu curto muito quando estou com a GP, ainda mais se for uma que eu ache uma gracinha. Como disse, já denota se ela irá te atender bem se ela te beijar bem, também, e no meu caso, beijos ajudam muito na excitação. Se uma menina souber me cativar e me deixar com tesão nas preliminares, acontece o que eu citei com uma das Sabrinas com quem eu fiquei: gozar rápido e a ferramenta seguir dura. E isso tem faltado bastante, de tempos pra cá. Se uma menina fica toda burocrática, desviando de beijos, já denota rejeição e não me ajuda em nada a ficar duro, muito pelo contrário, aliás: ajudando a broxar, algumas vezes, dada a tensão que eu fico pelos refugos.

E, na boa: uma vez que eu estou com o freio de mão puxado na putaria, tanto pela crise quanto pela chateação da putaria em si e por conta de umas raivas que eu peguei dela, por conta de uns fatos que é bem capaz de eu externar por aqui com maiores detalhes, meu ritmo de ida aos antros diminuiu bastante. Mas, fica ai, mais uma vez, meus relatos do que eu acho ideal, ao menos pra mim, na putaria. Se terei mais sorte, em outros atendimentos? Assim espero.

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