Com puta já deve ter acontecido à rodo com meio mundo de putanheiros. Eu já passei pela situação de ver a gostosa, me interessar por ela, mas deixei pra depois e ela saiu da clínica e não deixou rastro. Normal pra muita gente.
Com civil, eu já tive uma decepção das boas por parte de uma menina gostosinha que queria ficar comigo, um conhecido meu dando indiretas, mas eu cometi uma cabacice do tamanho do mundo numa situação em que ela estava se oferecendo de bandeja pra mim, praticamente com a bola na marca do pênalti e só mandar pro gol, mas eu vacilei feio, aliando também um baita constrangimento que, se fosse nos dias de hoje, isso não aconteceria. Digamos que combinaram uma coisa nos bastidores, mas não me avisaram e eu fiquei sem noção na hora e não fui ligeiro o bastante pra ter jogo de cintura. Eu até desacreditei que a menina queria algo comigo, mas vi a cara de chateada dela depois da minha "recusa", que não foi recusa, pois comeria ela fácil. Mas, pra minha sorte, não muito tempo depois, ela se arranjou com um carinha e, da última vez que eu vi ela, já estava grávida do segundo filho, e isso já tem tempo.
Apesar das minhas lamentações, eu já tive minhas poucas chances fora do ambiente putanhistico, mas dando bola fora, também.
Agora, não sei se isso se enquadra no sentido do tópico, mas o que me marcou bastante na vida de putanheiro é de estar numa espécie de bifurcação, onde você escolhe o caminho entre ficar com uma ou outra puta ou não ficar com nenhuma e, sem saber o futuro, faz a escolha errada e se dá muito mal. Tão marcante que tem gente ai que eu desejaria que fosse parar à sete palmos abaixo da terra. É sério.
