POSITIVONome da Garota:May
Fez Oral sem camisinha:SIM
Fez Anal:NÃO
Beijou na Boca:SIM
Nota:8
A primeira vez que eu fui em um privê foi em um feriado do dia 15 de novembro, e eu repeti a dose no último feriado da Proclamação da República. Vi que o Adílson tava por lá e foi a senha pra que eu rumasse rumo ao Centro de Santo André.
Cheguei lá, pedi minha cerveja e uma menina, que eu realmente não perguntei o nome, começou a me explicar como funcionava a casa sendo que eu tava cumprimentando muito amigavelmente o Adílson - até pra deixar claro que eu já era habituado ao esquema de lá. Eu, particularmente, não gosto de falar "Não, não quero" por nunca saber o tamanho da indelicadeza, mas eu falei que tava de boa e ela me pediu uma água de coco... quando eu recusei, ela saiu com cara de quem tava decepcionada. O pior, nesse caso, é que quando eu pedi a minha segunda cerveja ela tornou a me abordar, e essa segunda abordagem sim eu achei chata. Não lembro o nome dela - mal sei se ela falou, sendo bem sincero. Sei que ela tinha mais idade que muitas pessoas lá, toda hora falava que a chupetinha dela é uma delícia e estava com roupas bastante civis... não achei nada atraente e tenho alguma dificuldade eu achar isso claro, confesso.
Dei uma rápida saída por conta de uma notícia ruim que tive, mas voltei pra casa e só depois comecei a avaliar de fato as meninas. Acho que não era o melhor dia do plantel da casa, esperava algo nível domingo e, embora o número estivesse razoável (salvo engano, tinham umas doze meninas), não foram muitas que me atraíram. Vi a Paloma, uma menina parecida com a Liz, a Kéfera, uma menina que lembrava vagamente a Taylor Swift mais bronzeada... e era isso. Decidi, então, beber mais pra ver se surgia alguma vontade.
Em determinada hora, ainda no salão, por algum motivo que eu realmente não me lembro, a menina que parecia a Taylor Swift bronzeada começou a falar comigo. Pele morena, cabelo castanho claro, olhos castanhos, corpo mignon, peito e bunda P. Chegou numa boa, sem forçar nada, conversando sobre alguma aleatoriedade da vida. Dei abertura, o papo fluiu e ela pediu uma dose de catuaba. Pensei que, bem, quem pede uma catuaba quer transar - e, como ela não foi nada invasiva, decidi pagar. Nós dois fomos pra área de fora, onde tinham mais algumas pessoas. Ela veio, sentou no meu colo e começou a fumar, enquanto eu aproveitava pra, discretamente, passar a mão no corpo dela - que tava vestida com um shortinho jeans no meio da coxa e um body preto por baixo.
Eu realmente não ligo que fumem perto de mim, e ela tava tomando todo o cuidado do mundo pra fumaça não vir na minha cara - algo que eu achei válido. Ela não era a menina mais bonita da casa, mas eu senti que tava me afeiçoando a ela - que, até aquele instante, eu mal sabia o nome. No papo na parte de fora do salão, ela comentou que fazia uns dois anos que não ia ao Casarão, e voltou lá pra um dia em específico a pedido do Adílson. Ela concordou comigo quando eu disse que o clima com ele na casa era muito leve e isso ajuda a prospectar garotas e clientes, bom ver que não sou o único que acha isso.
Por um momento, fui ao banheiro e decidi ficar um pouco no salão, pra ver se novas meninas tinham chegado - a Paloma, por exemplo, chegou nesse instante e fiquei bastante tentado a abordá-la, mas não fiz isso. Uns vinte minutos depois, a Taylor Swift bronzeada colou em mim de novo com outra dose de catuaba que tinham pago pra ela, e ela perguntou se eu não queria transar. Tiro e queda: era ela. Foi só nesse instante que eu descobri que ela era a May.
Quando chegamos no quarto, aquele papo de sempre e eu fui vendo que tinha me dado bem demais. Enquanto ela tirava a roupa, fiquei apalpando o corpo dela todo gostoso e ela dava risada dizendo que tava querendo transar comigo desde quando começamos a conversar. O clima foi ficando propício pro sexo e, então, a gente começou a dar alguns beijos discretos - embora de língua. Nesse momento, então, eu fiquei em ponto de bala. Ela deitou na cama e me puxou junto, perguntei se eu podia chupá-la e ela deixou. Senti que ela tava gostando e tava de boa no ato, mas ela me puxou e fez cara de quem queria me chupar - e, pra minha surpresa, fez isso sem camisinha. Um boquete gostoso, sem olhar pra mim mas com a vontade de quem tinha mandado ver nas catuabas antes de ir pro quarto.
Enquanto ela colocava a camisinha, ela tava comentando que aquele seria o primeiro programa dela em dois anos - eu nunca acredito nesse tipo de coisa, mas acho bacana quem fala esses papinhos pra agradar. Comecei, então, a transar com ela no papai-e-mamãe olhando no olho dela e ela parecia estar gostando. Ela dava leves tapas no meu rosto (achei ousado, embora tenha gostado) enquanto falava sacanagem - isso me ganhou bastante, tanto que nem liguei pros poucos gemidos dados, algo que valorizo bastante. Depois, fui pro frango assado e era maravilhoso ver o corpo mignon dela me sentindo. Depois, pra passar a gostar ainda mais dela, ela pediu pra sentar em mim, mas pediu pra que eu fosse pra ponta da cama. Fiz isso e ela, então, sentou de costas pra mim enquanto eu tava deitado, se apoiando na parede. A visão era maravilhosa, e a visão daquela bunda arredondada subindo e descendo, após alguns minutos, me fez encher o latex. Acabando, ela disse que também tinha gozado - outra coisa que eu não acredito, mas acho bacana de ser falado.
Em meia hora e todo um processo com muito mais altos que baixos, lamento apenas o cigarro - eu não ligo, mas acaba sendo um ponto negativo, né. Também sei que ela não era a menina mais bonita que tava lá, mas o papo me ganhou e valeu demais a pena. Recomendada demais pra vocês.
Ao todo, esse dia valeu cerca de R$ 130 - mais uma vez, o custo-benefício do Casarão se mostrou arrebatador.